Eu chamar-lhe ia filhadaputice, com vossa licença. Que essa malta seja colocada rapidamente no devido lugar, já se faz tarde. Aguardo em todo o caso o que dirão os nossos fãs da seita de dementes, ou o senhor Juncker, já agora.
Qual será a seita maior, os que lutam, pelo bem do seu povo que mendiga ou aqueles que os querem matar à fome, ao desespero, ao nada? A UE, não não pára para pensar, mesmo sabendo, da situação geográfica da Grécia e os gregos, ameaçam, com as armas que têm. Cabe, aos iluminados da ganância, resolver o que querem…………
Este porra-tonta não enxerga que os caloteiros que, entre outras tontices, ameaçam não pagar o que devem… os credores não são obrigados a andar com eles ao colo?
Tendo em conta que a Europa já está cheia deles (dos tais aos quais a rainha da Jordânia acha que se deve tirar o nome de “islâmico” porque “não têm nada a ver com o islão” – devem ser católicos), não vejo grande relevância na ameaça. Quanto às Miragens… deve ser por causa da fome e da opressão que vemos países em situação realmente desesperada seguirem pelo jogo da chantagem. Miragens e outros tristes, é escusado fazer um desenho para perceberem que a culpa da situação grega é dos gregos, certo? é muito para as vossas cabecitas. Mesmo a cores.
E tem ele toda a razão. Que raio de política é essa de tratar os imigrantes como se fossem criminosos? E de os obrigar a permanecer no país onde entraram? Isto são políticas desumanas e iliberais, e fará a Grécia muito bem se lhes puser um fim.
(1) Kamennos não é, que eu saiba, de extrema-direita. É de um partido nacionalista que defende a oposição da Grécia à União Europeia, não a oposição da Grécia à imigração. Ser anti-União Europeia não é ser de extrema-direita.
(2) Se Kamennos fôr (e eu não sei se é) contra a imigração para a Grécia, faz todo o sentido que se livre dos imigrantes deixando-os ir para alhures.
Afinal como quer a UE que a Grécia pague, se não tem como, tal como nós? Com fome, com doenças, com mortes por falta de sistema de saúde, com desespero, com pobreza total, sem casa, com suicídios? Se é isto que a UE quer, qual a diferença, entre uns e outros? Uns são loucos, outros são sádicos. É bom não esquecermos que já houve um sádico alemão que em tudo, se assemelha a estes loucos.
Era outro louco a juntar ao Hitler. A especialidade dos alemães foi: destruir tudo e todos por onde passavam, sem esquecer que judeus, ciganos, homossexuais e negros eram torturados, massacrados, intoxicados, queimados, electrocutados e serviam enquanto vivos, para experiências que qualquer ser humano, dificilmente suporta……
“Era outro louco a juntar ao Hitler.” Pois seria. Como – ainda bem que implicitamente o admite – seria louco o Ministro da Defesa da Grécia, se fizesse o que ameaça fazer. Creio ser precisamente esse o ponto que amendes tentava demonstrar.
Seria louco, como bem dizemos, mas os alemães foram loucos e agora, é o que se vê. Esquece-se que quando visitamos os museus, por essa Europa fora, por lá andam peças da Acrópole e do Pártenon e não só, mas nenhum desses países, devolve o que roubaram aos gregos. É fácil bater nos fracos, difícil, é sermos unidos na fraqueza.
E se calhar fizeram bem: boa parte perdeu-se na ocupação turca, e muito perde-se agora. Antes em museus europeus que a ser demolido à marretada. E já agora, a especialidade do alemães é destruir tudo e todos? Conhece o Museu Pérgamo, em Berlim? Sabe quem era Schliemann? Sabe-me dizer quem destruiu Dresden, conhecida como a “Florença do Elba”? Faz ideia do grau de destruição dos territórios alema~es antes da sua unificação, sem que tivessem contribuido para isso? Para sua informação, a Alemanha não nasceu com Hitler nem actualmente tem nada a ver com o austríaco, mas parece que há quem se fique pelos clichés ignorantes.
Acredita mesmo que o homem fala verdade? Acredita que ele tem poder para tanto? Acredita que os gregos não temem, como nós, os jihadstas?
A notícia encaixa como uma luva no Observador, há que procurar papel mais higiénico
A questão não é (apenas) se o homem fala verdade. É o homem falar e dizer estas coisas. E, se não tiver dito, rapidamente outro jornal desmentirá o Observador.
(Adenda: Com tantos jornais ‘socialistas’, ‘keynesianos’ e até ‘syrizistas’ por aí, que exista um – e apenas um – minimamente liberal não devia incomodar assim tanto.)
Não me diga que existe a possibilidade de ele não ter dito aquilo e de estarmos aqui a chover no molhado? Não faço a menor idéia se o disse ou não, mas que mais pode ele fazer para além de ameaças estúpidas? Declarar guerra a alguém? Irrita-nos o grito dos que tentam defender-se? E se o grito fosse da fome dos nossos filhos?
Relativamente ao Observador, é tranquilo: não me incomoda nada. Sendo livre, simplesmente não o leio
É isto e “o mundo que vamos deixar aos nossos netos”, também de grande efeito e dito geralmente por quem não tem netos (e muitas vezes nem tem filhos).
Generalizar é perigoso (tenho filhas adultas; netos não dependem de mim). E não busquei qualquer efeito mas tão somente demonstrar que sou solidário com a Grécia.
Você é que enfiou o barrete, eu não disse que pensava assim mas sim que o que pensa se enquadra na mesma conversa de quem diz coisas bonitas porque acha que lhe fica bem dizê-las ainda que nada disso lhes altere os seus confortos materiais e espirituais.
Se é solidário com a Grécia tem várias formas de o demonstrar para além de o dizer aqui (dão é mais trabalho e despesa).
Mas manifestar compreensão e até justificar com “a fome dos filhos” o facto do Sr. Ministro da Defesa local dizer algo do estilo “ou nos dão o dinheiro ou vos enchemos os países com o que há de mais perigoso por aí”, algo do tipo “a bolsa ou a vida em grande escala, é outra coisa que nem classifico.
É um narcisista.
Porque é que não se solidariza com a Eslováquia?
Bem, pode ser que isto rebente de vez com “Schengen”…seria a prova de que há males que vêm por bem…
Nunca mais toca a campainha para acabar o recreio?
Tristes!
Eu chamar-lhe ia filhadaputice, com vossa licença. Que essa malta seja colocada rapidamente no devido lugar, já se faz tarde. Aguardo em todo o caso o que dirão os nossos fãs da seita de dementes, ou o senhor Juncker, já agora.
Qual será a seita maior, os que lutam, pelo bem do seu povo que mendiga ou aqueles que os querem matar à fome, ao desespero, ao nada? A UE, não não pára para pensar, mesmo sabendo, da situação geográfica da Grécia e os gregos, ameaçam, com as armas que têm. Cabe, aos iluminados da ganância, resolver o que querem…………
As armas que têm são um jihadista para cada grego, eheheh
Estou ligeiramente admirado de ter sido preciso esperar pelo quarto comentário para alguém me validar o título.
Este porra-tonta não enxerga que os caloteiros que, entre outras tontices, ameaçam não pagar o que devem… os credores não são obrigados a andar com eles ao colo?
Nós já pagámos alguma coisa? Que se saiba só se pagaram juros!…
Tendo em conta que a Europa já está cheia deles (dos tais aos quais a rainha da Jordânia acha que se deve tirar o nome de “islâmico” porque “não têm nada a ver com o islão” – devem ser católicos), não vejo grande relevância na ameaça. Quanto às Miragens… deve ser por causa da fome e da opressão que vemos países em situação realmente desesperada seguirem pelo jogo da chantagem. Miragens e outros tristes, é escusado fazer um desenho para perceberem que a culpa da situação grega é dos gregos, certo? é muito para as vossas cabecitas. Mesmo a cores.
E tem ele toda a razão. Que raio de política é essa de tratar os imigrantes como se fossem criminosos? E de os obrigar a permanecer no país onde entraram? Isto são políticas desumanas e iliberais, e fará a Grécia muito bem se lhes puser um fim.
Quantos jihadistas quer, só para si?
“Se a Europa não ceder, será inundada por gregos e jihadistas.”
“Se eles [os líderes europeus] nos atacarem, iremos atacá-los também a eles.”
Exacto. É mesmo isso que ele está a dizer. A enunciar políticas de imigração humanitárias, tão caras à extrema direita.
(1) Kamennos não é, que eu saiba, de extrema-direita. É de um partido nacionalista que defende a oposição da Grécia à União Europeia, não a oposição da Grécia à imigração. Ser anti-União Europeia não é ser de extrema-direita.
(2) Se Kamennos fôr (e eu não sei se é) contra a imigração para a Grécia, faz todo o sentido que se livre dos imigrantes deixando-os ir para alhures.
Afinal como quer a UE que a Grécia pague, se não tem como, tal como nós? Com fome, com doenças, com mortes por falta de sistema de saúde, com desespero, com pobreza total, sem casa, com suicídios? Se é isto que a UE quer, qual a diferença, entre uns e outros? Uns são loucos, outros são sádicos. É bom não esquecermos que já houve um sádico alemão que em tudo, se assemelha a estes loucos.
E Vexa., com quantos jihadistas se satisfaz?
Imaginem o que seria dito:
” Ministro da defesa alemão ameaça “exportar” nazis para destruírem o Pártenon e a Acrópole de Atenas”
…. Não é esta uma das últimas especialidades jihadista?
Era outro louco a juntar ao Hitler. A especialidade dos alemães foi: destruir tudo e todos por onde passavam, sem esquecer que judeus, ciganos, homossexuais e negros eram torturados, massacrados, intoxicados, queimados, electrocutados e serviam enquanto vivos, para experiências que qualquer ser humano, dificilmente suporta……
“Era outro louco a juntar ao Hitler.”
Pois seria. Como – ainda bem que implicitamente o admite – seria louco o Ministro da Defesa da Grécia, se fizesse o que ameaça fazer. Creio ser precisamente esse o ponto que amendes tentava demonstrar.
Seria louco, como bem dizemos, mas os alemães foram loucos e agora, é o que se vê. Esquece-se que quando visitamos os museus, por essa Europa fora, por lá andam peças da Acrópole e do Pártenon e não só, mas nenhum desses países, devolve o que roubaram aos gregos. É fácil bater nos fracos, difícil, é sermos unidos na fraqueza.
E se calhar fizeram bem: boa parte perdeu-se na ocupação turca, e muito perde-se agora. Antes em museus europeus que a ser demolido à marretada. E já agora, a especialidade do alemães é destruir tudo e todos? Conhece o Museu Pérgamo, em Berlim? Sabe quem era Schliemann? Sabe-me dizer quem destruiu Dresden, conhecida como a “Florença do Elba”? Faz ideia do grau de destruição dos territórios alema~es antes da sua unificação, sem que tivessem contribuido para isso? Para sua informação, a Alemanha não nasceu com Hitler nem actualmente tem nada a ver com o austríaco, mas parece que há quem se fique pelos clichés ignorantes.
Acredita mesmo que o homem fala verdade?
Acredita que ele tem poder para tanto?
Acredita que os gregos não temem, como nós, os jihadstas?
A notícia encaixa como uma luva no Observador, há que procurar papel mais higiénico
A questão não é (apenas) se o homem fala verdade. É o homem falar e dizer estas coisas. E, se não tiver dito, rapidamente outro jornal desmentirá o Observador.
(Adenda: Com tantos jornais ‘socialistas’, ‘keynesianos’ e até ‘syrizistas’ por aí, que exista um – e apenas um – minimamente liberal não devia incomodar assim tanto.)
Não me diga que existe a possibilidade de ele não ter dito aquilo e de estarmos aqui a chover no molhado?
Não faço a menor idéia se o disse ou não, mas que mais pode ele fazer para além de ameaças estúpidas? Declarar guerra a alguém?
Irrita-nos o grito dos que tentam defender-se? E se o grito fosse da fome dos nossos filhos?
Relativamente ao Observador, é tranquilo: não me incomoda nada. Sendo livre, simplesmente não o leio
“E se o grito fosse da fome dos nossos filhos?”
É isto e “o mundo que vamos deixar aos nossos netos”, também de grande efeito e dito geralmente por quem não tem netos (e muitas vezes nem tem filhos).
Generalizar é perigoso (tenho filhas adultas; netos não dependem de mim).
E não busquei qualquer efeito mas tão somente demonstrar que sou solidário com a Grécia.
Você é que enfiou o barrete, eu não disse que pensava assim mas sim que o que pensa se enquadra na mesma conversa de quem diz coisas bonitas porque acha que lhe fica bem dizê-las ainda que nada disso lhes altere os seus confortos materiais e espirituais.
Se é solidário com a Grécia tem várias formas de o demonstrar para além de o dizer aqui (dão é mais trabalho e despesa).
Mas manifestar compreensão e até justificar com “a fome dos filhos” o facto do Sr. Ministro da Defesa local dizer algo do estilo “ou nos dão o dinheiro ou vos enchemos os países com o que há de mais perigoso por aí”, algo do tipo “a bolsa ou a vida em grande escala, é outra coisa que nem classifico.
É um narcisista.
Porque é que não se solidariza com a Eslováquia?
Bem, pode ser que isto rebente de vez com “Schengen”…seria a prova de que há males que vêm por bem…