Sugestão: um livro por dia


Pedro Correia,

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Rui Rio – Raízes de Aço, de Carlos Mota Cardoso

Prefácio de Eugénio Lisboa

Retrato psicológico

(edição Verso da História, 2015)

“Por vontade expressa do autor, o texto respeita a ortografia estabelecida pelo Acordo Ortográfico de 1945”

0 comentários em “Sugestão: um livro por dia”

  1. A diferença entre este livro e o outro (recente, feito por uma apparatchik do biografado, e que nem sequer vale a pena sequer referir o nome), é que neste há «bio» e há «grafia».
    No outro nem uma coisa nem outra (a Tecnoforma é um território de morte, não de desenvolvimento de vida: só de vidinhas).

    1. O outro livro, naturalmente, não passará por cá: só divulgo obras escritas em português pré-acordista. Felizmente não faltam: já por cá passaram mais de 700, sem falhar um só dia. E das mais variadas editoras, como qualquer um pode confirmar.

      1. Caro Pedro Correia,
        Gosto imenso de o ler mas julgo que a obra vale pelo conteúdo e não pela questão do acordo. Censurar uma obra prima por causa da opção do escritor em escolher o acordo parece-me um pouco infantil, para usar um adjectivo simpático.

  2. Desconhecia que as raízes dos rios fossem de aço – espera-se, ao menos, que de um aço inoxidável. Por outras palavras: que título mais apalermado.

    1. Não é um título apalermado: é um título que quer significar que RR não se verga, tem coluna vertebral e carácter, ao contrário da maior parte dos invertebrados merdosos que andam por aí a dar cabo disto.

      1. raízes = coluna, compreendi-te. Vá lá, podia ter sido “unhas”, “pelos no peito”, “macacos no nariz”, etc.

    1. Em Portugal fazem falta mais obras deste género, que ajudam a elaborar o retrato psicológico dos políticos. Sobram louvaminhas e panegíricos, que não fazem falta alguma.

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