“Por vontade expressa do autor, o texto respeita a ortografia estabelecida pelo Acordo Ortográfico de 1945”
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A diferença entre este livro e o outro (recente, feito por uma apparatchik do biografado, e que nem sequer vale a pena sequer referir o nome), é que neste há «bio» e há «grafia». No outro nem uma coisa nem outra (a Tecnoforma é um território de morte, não de desenvolvimento de vida: só de vidinhas).
O outro livro, naturalmente, não passará por cá: só divulgo obras escritas em português pré-acordista. Felizmente não faltam: já por cá passaram mais de 700, sem falhar um só dia. E das mais variadas editoras, como qualquer um pode confirmar.
Caro Pedro Correia, Gosto imenso de o ler mas julgo que a obra vale pelo conteúdo e não pela questão do acordo. Censurar uma obra prima por causa da opção do escritor em escolher o acordo parece-me um pouco infantil, para usar um adjectivo simpático.
Não é um título apalermado: é um título que quer significar que RR não se verga, tem coluna vertebral e carácter, ao contrário da maior parte dos invertebrados merdosos que andam por aí a dar cabo disto.
O que é isto? Mais uma “biografia autorizada”? Ou mais um panegírico disfarçado de livro sério? Francamente, a moda deste tipo de livros começa a meter-me nojo.
Em Portugal fazem falta mais obras deste género, que ajudam a elaborar o retrato psicológico dos políticos. Sobram louvaminhas e panegíricos, que não fazem falta alguma.
A diferença entre este livro e o outro (recente, feito por uma apparatchik do biografado, e que nem sequer vale a pena sequer referir o nome), é que neste há «bio» e há «grafia».
No outro nem uma coisa nem outra (a Tecnoforma é um território de morte, não de desenvolvimento de vida: só de vidinhas).
O outro livro, naturalmente, não passará por cá: só divulgo obras escritas em português pré-acordista. Felizmente não faltam: já por cá passaram mais de 700, sem falhar um só dia. E das mais variadas editoras, como qualquer um pode confirmar.
Caro Pedro Correia,
Gosto imenso de o ler mas julgo que a obra vale pelo conteúdo e não pela questão do acordo. Censurar uma obra prima por causa da opção do escritor em escolher o acordo parece-me um pouco infantil, para usar um adjectivo simpático.
Nenhuma obra-prima deixará de passar por cá. Mas as primas do mestre-de-obras não têm aqui lugar.
Desconhecia que as raízes dos rios fossem de aço – espera-se, ao menos, que de um aço inoxidável. Por outras palavras: que título mais apalermado.
Título (e capa) à parte, parece-me um “retrato psicológico” interessante. E “não autorizado”, como agora se diz em tradução literal do “amaricano”.
Não é um título apalermado: é um título que quer significar que RR não se verga, tem coluna vertebral e carácter, ao contrário da maior parte dos invertebrados merdosos que andam por aí a dar cabo disto.
raízes = coluna, compreendi-te. Vá lá, podia ter sido “unhas”, “pelos no peito”, “macacos no nariz”, etc.
O que é isto? Mais uma “biografia autorizada”? Ou mais um panegírico disfarçado de livro sério?
Francamente, a moda deste tipo de livros começa a meter-me nojo.
Você faz as perguntas e extrai as conclusões sem cuidar das respostas. Extraordinário.
Tem bom remédio, LL: não compre nem leia. E não autorize nada sobre si. Simples, não?
Em Portugal fazem falta mais obras deste género, que ajudam a elaborar o retrato psicológico dos políticos. Sobram louvaminhas e panegíricos, que não fazem falta alguma.