Obrigado pela sugestão. Como é óbvio, nada tenho contra o português do Brasil – que leio desde criança. Tenho, isso sim, contra o chamado ‘acordo ortográfico’, que viola a nossa melhor tradição ortográfica, não aproxima as diversas grafias, ignora por completo os pareceres científicos da academia portuguesa, faz tábua rasa do que defendem angolanos e moçambicanos e quebra grosseiramente famílias lexicais («egiptólogos egípcios no “Egito”…»).
Foi uma pequena ironia que eu fiz. Recordei-me de um tema que abordou a propósito de receção e recepção. Como o Brasil escreve recepção e Portugal quer recessão, perdão, receção, decidi ironizar para revelar que agora o que se compreende é o português do Brasil e não o de Portugal.
🙂
Bom, mas está na hora de encerrar os trabalhos e dormir um pouco. Boa noite.
Saúdo-o, meu caro.
Só para dar-lhe nota do lançamento de um livro em 07 deste mês. A notícia vai em português do Brasil, mas compreende-se:
http://br.radiovaticana.va/news/2015/05/0 7/o_papel_de_jo%c3%a3o_paulo_ii_no_fim_d o_comunismo_na_pol%c3%b4nia/1142496
Obrigado pela sugestão. Como é óbvio, nada tenho contra o português do Brasil – que leio desde criança. Tenho, isso sim, contra o chamado ‘acordo ortográfico’, que viola a nossa melhor tradição ortográfica, não aproxima as diversas grafias, ignora por completo os pareceres científicos da academia portuguesa, faz tábua rasa do que defendem angolanos e moçambicanos e quebra grosseiramente famílias lexicais («egiptólogos egípcios no “Egito”…»).
Foi uma pequena ironia que eu fiz. Recordei-me de um tema que abordou a propósito de receção e recepção. Como o Brasil escreve recepção e Portugal quer recessão, perdão, receção, decidi ironizar para revelar que agora o que se compreende é o português do Brasil e não o de Portugal.
🙂
Bom, mas está na hora de encerrar os trabalhos e dormir um pouco. Boa noite.