Desconheço o poesia do John Freeman mas, se ele for tão bom a escrever poemas como a fazer entrevistas e a dirigir a Granta, este é um livro a não perder. Destaco o único livro que li: “Como ler um escritor” (também da Tinta da China), em que ele relata os encontros que teve com 23 escritores, de Roth a McEwan, de Ishiguro a Auster, de Lessing a Atwood, de Rushdie a Theroux… Enfim, são 23 entrevistas, todas fascinantes e a pedir releitura. ⚘ Maria
Quando fui buscar o livro à estante para ver o título fui induzida em erro pelos 23 nomes que vêm na contracapa. São muitos mais os entrevistados, mais do dobro, e muitos não têm entrevistas completas mas sim ensaios sobre as mesmas. Fiquei a folhear o livro (comprado e lido em Junho de 2013) e nem quero acreditar que já passaram 6 anos… Mas mantenho que é um livro muito interessante. ⚘ Maria
Desconheço o poesia do John Freeman mas, se ele for tão bom a escrever poemas como a fazer entrevistas e a dirigir a Granta, este é um livro a não perder.
Destaco o único livro que li: “Como ler um escritor” (também da Tinta da China), em que ele relata os encontros que teve com 23 escritores, de Roth a McEwan, de Ishiguro a Auster, de Lessing a Atwood, de Rushdie a Theroux…
Enfim, são 23 entrevistas, todas fascinantes e a pedir releitura.
⚘
Maria
Adenda:
Quando fui buscar o livro à estante para ver o título fui induzida em erro pelos 23 nomes que vêm na contracapa.
São muitos mais os entrevistados, mais do dobro, e muitos não têm entrevistas completas mas sim ensaios sobre as mesmas.
Fiquei a folhear o livro (comprado e lido em Junho de 2013) e nem quero acreditar que já passaram 6 anos…
Mas mantenho que é um livro muito interessante.
⚘
Maria