A primeira vez que li tal obra foi num livro quase igual – a primeira edição desenhada por Lima de Freitas (a frase em rodapé era mais extensa e os caracteres mais serifados), o texto respeitando a primeiríssima edição de 1888.
Não foi o meu primeiro livro de Eça, mas terá sido o primeiro a ser relido, embalada na então obrigatoriedade escolar. Recordo que a primeira vez que o li fiquei a imaginar o traçado da estrada que lhes roubou um dia inteiro até Sintra. Felizmente não havia A5, ou a imaginação ter-me-ia caído mais incrédula aos pés do que o humor caiu a Jacinto quando chegado a Tormes. Outras serras, mas mais lesta viagem.
A Cidade e as Serras será sempre uma boa apresentação de Eça a quem lhe desconheça a obra, porque mais leve mais pequeno menos intrincado. Digo-o embora tenha começado pel’ “O Primo Basílio”, o qual me seduziu de tal forma que quase 25 anos depois serviu de base para a exemplificação do desenho e da abordagem por processos no âmbito da ISO9001 🙂 Mas Os Maias são a peça maior da obra de Eça.
Por obrigação escolar, o único que me causou urticária foi o Garrett com as suas “Viagens na minha Terra”, e ainda hoje não me apetece revisitar a Joaninha… embora a Manuel e a D. João de Portugal ou ao Tio Simplício visite com gosto de tempos a tempos. O A Cidade e as Serras não me foi obrigatório por currículo.
A primeira vez que li tal obra foi num livro quase igual – a primeira edição desenhada por Lima de Freitas (a frase em rodapé era mais extensa e os caracteres mais serifados), o texto respeitando a primeiríssima edição de 1888.
Não foi o meu primeiro livro de Eça, mas terá sido o primeiro a ser relido, embalada na então obrigatoriedade escolar.
Recordo que a primeira vez que o li fiquei a imaginar o traçado da estrada que lhes roubou um dia inteiro até Sintra. Felizmente não havia A5, ou a imaginação ter-me-ia caído mais incrédula aos pés do que o humor caiu a Jacinto quando chegado a Tormes. Outras serras, mas mais lesta viagem.
Era um livro detestado nos meus tempos de estudante, A Cidade e as Serras. Hoje releio-o com prazer.
Os Maias estarão sempre noutro subido patamar.
A Cidade e as Serras será sempre uma boa apresentação de Eça a quem lhe desconheça a obra, porque mais leve mais pequeno menos intrincado. Digo-o embora tenha começado pel’ “O Primo Basílio”, o qual me seduziu de tal forma que quase 25 anos depois serviu de base para a exemplificação do desenho e da abordagem por processos no âmbito da ISO9001 🙂
Mas Os Maias são a peça maior da obra de Eça.
Por obrigação escolar, o único que me causou urticária foi o Garrett com as suas “Viagens na minha Terra”, e ainda hoje não me apetece revisitar a Joaninha… embora a Manuel e a D. João de Portugal ou ao Tio Simplício visite com gosto de tempos a tempos.
O A Cidade e as Serras não me foi obrigatório por currículo.