Dele li o »Não entres tão depressa nessa noite escura». Confesso que não me encantou. Não tanto pela forma, como pelo enredo. Por isso, só um acaso me voltará a levar até ele. Mesmo sendo este um livro de crónicas.
Eu gosto de Lobo Antunes, gosto em especial do último tango de carlos gardel, compreendo o sucesso dos livros de crónicas, contar uma boa história em tão poucas linhas não é para todos! Bom fim de semana
Tenho “Os Cus de Judas” como um dos meus preferidos e o “Arquipélago da Insónia” como uma das mais difíceis (e geniais) leituras de sempre. Nunca li nenhuma das “Crónicas”.
Dele li o »Não entres tão depressa nessa noite escura». Confesso que não me encantou. Não tanto pela forma, como pelo enredo. Por isso, só um acaso me voltará a levar até ele. Mesmo sendo este um livro de crónicas.
Lobo Antunes é muito diferente do romance para a crónica. Nos temas, no estilo, na linguagem, no tom, até no vocabulário.
Eu gosto de Lobo Antunes, gosto em especial do último tango de carlos gardel, compreendo o sucesso dos livros de crónicas, contar uma boa história em tão poucas linhas não é para todos! Bom fim de semana
Um dos nossos melhores cronistas, exemplo vivo de que a crónica é uma das mais nobres disciplinas da literatura.
Crucifiquem-me, mas o que gosto mais no ALA é mesmo das crónicas. São geniais.
Também eu, Ana. De novo em sintonia, ‘comme d’habitude’.
Já li vários livros dele, mas nunca nenhum de crónicas, mas se forem as que saem na Visão, já li várias.
essas e tambem muitas das que publicou antes, no Publico.
Tenho “Os Cus de Judas” como um dos meus preferidos e o “Arquipélago da Insónia” como uma das mais difíceis (e geniais) leituras de sempre. Nunca li nenhuma das “Crónicas”.
Mas vale a pena, André.