Homo Deus – História Breve do Amanhã (9ª Edição), de Yuval Noah Harari
Homo Deus explora os projetos, sonhos e pesadelos que darão forma ao século XXI — desde o vencer da morte à vida artificial. Sucessor do bestseller internacional Sapiens: História Breve da Humanidade, coloca as questões fundamentais: para onde seguir a partir daqui? Como proteger o mundo dos poderes destrutivos do ser humano?
A guerra desapareceu.
É mais provável cometer suicídio do que morrer num conflito armado.
A fome está a desaparecer.
É mais alto o risco de obesidade do que de fome.
A morte tornou-se um simples problema técnico.
Não alcançámos a igualdade — mas estamos perto de alcançar a imortalidade.
A história começou quando os homens inventaram os deuses e terminará quando os homens se transformarem em deuses.
O que nos reserva o futuro?
CRÍTICAS DE IMPRENSA «De uma lucidez invejável (e alarmante), descreve os enormes desafios que temos pela frente, enquanto espécie, à medida que a tecnologia genética, a inteligência artificial e a robótica alteram profundamente as nossas relações humanas e com outras espécies. Uma leitura ainda mais voraz e mais importante do que a do seu já excelente Sapiens.» Kazuo Ishiguro, escritor e jurado do Guardian Books of the Year 2016 «Harari é um escritor excecional, que parece ter sido escolhido pelas musas como veículo do zeitgeist… Um livro fascinante.» Times Literary Supplement
Mas esta é muito atraente – dito por quem (eu!) sofre de uma certa cegueira para as artes visuais, não a cegueira da obsessão mas a da falta de acuidade…
Qual quê! Para ser esquisita tinha que ter a sensibilidade mais apurada e os sentidos mais despertos para tais formas de expressão 🙂 Talvez um dia me possa vir a considerar esquisita – por agora sou apenas uma gosto-ou-não-gosto em bruto (que não embrutecida :))
Atrai-me. Não preenchendo os meus padrões estéticos de beleza, encontro motivo para não soltar o olhar, inquietamente em busca desse tal não-sei-o-quê que a impede de ser bonitinha e lhe confere dimensões várias em 2D.
https://www.wook.pt/livro/homo-deus-hist oria-breve-do-amanha-yuval-noah-harari/1 9278254
Homo Deus – História Breve do Amanhã
(9ª Edição), de Yuval Noah Harari
Homo Deus explora os projetos, sonhos e pesadelos que darão forma ao século XXI — desde o vencer da morte à vida artificial. Sucessor do bestseller internacional Sapiens: História Breve da Humanidade, coloca as questões fundamentais: para onde seguir a partir daqui? Como proteger o mundo dos poderes destrutivos do ser humano?
A guerra desapareceu.
É mais provável cometer suicídio
do que morrer num conflito armado.
A fome está a desaparecer.
É mais alto o risco de obesidade do que de fome.
A morte tornou-se um simples problema técnico.
Não alcançámos a igualdade — mas estamos perto de alcançar a imortalidade.
A história começou quando os homens inventaram os deuses e terminará quando os homens se transformarem em deuses.
O que nos reserva o futuro?
CRÍTICAS DE IMPRENSA
«De uma lucidez invejável (e alarmante), descreve os enormes desafios que temos pela frente, enquanto espécie, à medida que a tecnologia genética, a inteligência artificial e a robótica alteram profundamente as nossas relações humanas e com outras espécies. Uma leitura ainda mais voraz e mais importante do que a do seu já excelente Sapiens.»
Kazuo Ishiguro, escritor e jurado do Guardian Books of the Year 2016 «Harari é um escritor excecional, que parece ter sido escolhido pelas musas como veículo do zeitgeist… Um livro fascinante.»
Times Literary Supplement
As capas também vendem. Bom, nem sempre. LOL.
Mas esta é muito atraente – dito por quem (eu!) sofre de uma certa cegueira para as artes visuais, não a cegueira da obsessão mas a da falta de acuidade…
É um bocadinho esquisita 🙂
Qual quê! Para ser esquisita tinha que ter a sensibilidade mais apurada e os sentidos mais despertos para tais formas de expressão 🙂
Talvez um dia me possa vir a considerar esquisita – por agora sou apenas uma gosto-ou-não-gosto em bruto (que não embrutecida :))
A capa, bem entendido! 😛
Ah, certo 🙂
Atrai-me. Não preenchendo os meus padrões estéticos de beleza, encontro motivo para não soltar o olhar, inquietamente em busca desse tal não-sei-o-quê que a impede de ser bonitinha e lhe confere dimensões várias em 2D.