[Ricardo Trêpa (ataviado p/Dielmar), actor/modelo/restaurateur]
Em chegando o fresco, divisa-se ampla oportunidade para preenchimento (ou deflexão da atenção) do que os mais ortodoxos designam por lacuna gravatal: há espaço para toda a sorte de lenços, cachecóis, coletes, casacos, camisolas, etc. Esta é, seguramente, em termos de estilo, das estações em que os homens têm mais margem de expressão. Mais uma razão para o Outono ser das minhas alturas favoritas do ano.

O neto de Monsieur Oliveira costuma ficar bem, com ou sem gravata.
É lícito inferir do post que aprecias as estações do ano em que os homens têm mais margem de expressão. Moi aussi, tanto o Outono como as margens de expressão. 🙂
se fosse tão bom actor como fica bem…
Baudolino, também há a hipótese de não estarmos a olhar com atenção… para a curva de aprendizagem dele.
Absolument licite, Ivone 🙂
Não era este moçoilo que estava lá no local do nosso repasto na sexta-feira?
Olaré, nem mais. Diz que é um dos donos.
Pois. Por estas e por outras é que não vamos a lado nenhum. Ele é subsídios para tudo. Agora, até para o estudo do fato sem gravata. Irra.
Mas aqui a governante-assistencialista-subsidiadeir a sou eu, podes mandar três tristes troikas que as letras e livranças das gravatas estão nos conformes!
Candidato ao título de pior actor português. Com e sem gravata.
chiça…
Faço minha a tua interjeição. Vi-o num filme chamado ‘Singularidades duma Rapariga Loura’ e apetecia dar urros cada vez que o cavalheiro recitava uma fala…
Giro mas nada talentoso, portanto.
Nesse filme não girava nada. Estava sempre estático.
eheheh;) Tal e qual. Nada gira nos M.de O.
Netos do avô, filhos de papá… teremos sempre disto (falo dos que não são mais do que isso). Neste caso, só posso dizer – vá lá… – que é mais bonito do que o avô.