…Stones, bater no ar


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Os Stones por Zoom (a empresa que mais terá beneficiado com esta pandemia), cada um em sua casa, ontem no festival Together At Home, tocando o ícone You Can’t Always Get What You Want, uma das (a?) canções da minha vida. E que magnífico Charlie Watts …

Vendo estes mais-velhos (Watts já com 78) e sabendo do gigantesco “Live Aid” que isto foi ilumina um pouco a dimensão deste confinamento generalizado, melhor até do que as notícias o fazem.

E, entre outras coisas, lembrei-me de alguns liberais lusos (uns até ex ou ainda bloguistas) que desde há um mês andam frenéticos a bradarem que tudo isto, a suspensão dos contactos, a interrupção do trabalho, é fruto da imaginação, uma loucura, etc. (e até um bocadinho daquilo do “marxismo cultural”). Conheço alguns, são boas pessoas. Mas portam-se exactamente como os maluquinhos do BE há 15 anos ou mais. E são agora muito mais velhos, é um bocado pungente vê-los assim histriónicos. E acho que ninguém tem a piedade de lhes dizer isso.

Então digo eu, a ver se eles percebem que só o Charlie Watts pode bater no ar e soar.

4 comentários em “…Stones, bater no ar”

    1. V. não me estrague a imagem … (com toda a certeza que estava, na internet o debate sobre que exacto set usava começou logo a seguir aos 5 minutos deles)

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