Começo a simpatizar com o aborto ortográfico. Porque nos permite momentos de incomparável humor, ainda que involuntário. Reparem só neste, proporcionado por uma entrevista da bela actriz Joana Santos ao suplemento ‘Atual’, do semanário Expresso. «Quando era miúda, sonhei ser mil e uma coisas. Quis ser arqueóloga, arquiteta…», disse ela. Na peculiar ortografia adoptada pelo jornal, até parece ter dito algo diferente.
Sonhar em grande
Pedro Correia,


Antes arquiteta que arquitonta…
Antes arqui-teta do que arqui-treta.
Vê-se que Acordo serve para alguma coisa… nomeadamente para clarificar pensamentos libidinosos.
A diferença que faz um simples C, suposta “consoante muda”…
Pedro não me puxes pela língua…
Pela amostra… passou com distinção na arqui teta!
Por mim, concedo-lhe o Prémio Pritzker.
Uma gracinha tão parva que chega a ser difícil de interpretar.
Eu se fosse ao Pedro apagaria este post. Mais vale tarde que nunca.
Só não apaguei para não privar os leitores do seu inteligentíssimo comentário.
Esta é uma das tais palavras que, pós-acordo, deviam trazem em nota de rodapé : Honi soit qui mal y pense 🙂
Ou bolinha vermelha. Honni soit…
À savoir tout le monde…