Três eleições, três vitórias da Europa.
Primeiro nas presidenciais austríacas.
Depois nas legislativas holandesas.
Agora na primeira volta das presidenciais em França.
Os extremistas progridem nos ecos alarmistas dos telediários mas recuam nas urnas: excelente notícia para todos nós.

Este post faz-me recordar um outro sobre Bruno de Carvalho, que primeiro teve três vitórias e logo de seguida teve um empate com sabor a Vitória, e anteontem já teve outro.
Misturar eleições europeias com futebol português significa que está a precisar de férias. Esses neurónios estão à beira da exaustão.
Ou talvez apenas formatados conforme o superior interesse nacional.
Costa
“Não há coincidências”, na sábia expressão de uma eminente escritora nacional.
Até aqui, num espaço que considero distante do futebol, são lançados uns salpicos de veneno para intoxicar; imaginem g@jos destes numa bancada assistindo a um jogo com clubes rivais … Não há pachorra!
Não há mesmo.
O impressionante nestas eleições de 2017 para o cargo de Presidente da República da França, são os três candidatos de extrema-direita apresentados pelo neoliberalismo, François Fillon, Emmanuel Macron, e Marine Le Pen.
Pondere melhor. Não acha que Mélanchon também é de extrema-direita?
21% de nazis em França, é obra. É pena que a História nada tenha ensinado aos 21% que pouco ou nada sabem da mesma. Ignorantes da História e do mundo actual.
Nazis? Que disparate. É o mesmo que dizer que os 19% que votaram Mélanchon são estalinistas.
a única coisa que soma e segue na Europa…é a Invasão Islamita !! digam o que disserem o Laicismo é sinónimo de Islamização e isso vê-se em Portugal…
“O laicismo é sinónimo de islamização….”
Faça-me um desenho a ver se eu percebo.
O desenho é simples: quando os muçulmanos forem maioria em França, a França —por culpa do laicismo e tolerância— deixará de ser laica. Eu não dava a eleição ganha pelo falso liberal porque eleger Le Pen, fechar mesquitas e correr com Islão das suas fronteiras é a última chance que os Franceses têm antes da guerra civil que de outro modo é fácil de adivinhar. E mesmo assim não é líquido que se faça sem batatada da grande porque há uma coisa que os europeus mais porreiros não entendem nem com desenhos: onde o Islão põe o pé, passa a ser Islão, para eles. Tal como os ingleses, Le Pen quer referendar a UE de Schengen não a “CEE” que é o formato possível dado os desafios geográficos e estratégicos que hoje se colocam à Europa Ocidental. Enquanto os jornais mascaram a realidade e esvaziam o conceito de “populismo” de qualquer sentido, mais o ressentimento crescerá na Europa e o resultado será sempre surpreendente no final.
Que filme de terror.
Só digo o óbvio, e que muita gente pensa mas não tem coragem para dizer. Não espero likes, mas depois não finjam que não sabiam. Além disso, parece fantasia aqui, mas já é uma realidade em Marselha.
Por outras palavras, viva o extremismo dos Unionistas que precisam de se apropriar de palavras como Europa.
Viva a vontade soberana dos povos da Europa, o continente da liberdade.