O Primeiro-Ministro tem sido alvo de vários ataques pessoais e políticos. Não tenho dúvidas de que nos próximos dias vamos assistir à intensificação de movimentações com o objectivo de o desacreditar. Por isso, este é o momento adequado para dizer publicamente, sem qualquer dúvida ou hesitação, que Sócrates tem realizado uma governação de coragem e competência. Os nossos parceiros europeus reconhecem que o governo de Portugal está a fazer um trabalho difícil mas adequado. E agora que a agitação social mais truculenta ameaça pôr em causa o progresso que a governação socialista tem trazido ao nosso país, o olhar intranquilo dos Portugueses deve voltar-se para aqueles que já conhece e que sabe que servem Portugal sem ambição mesquinha. Certamente com erros e angústias, mas sem lhe apresentarem um caminho inçado de desigualdades e de negocismo. A confiança no olhar só se reafirma se as políticas austeras continuarem, na linha da rudeza socialmente temperada, cortando na gordura para deixar o músculo liberto. É esse o caminho de Sócrates e é exactamente esse que devemos apoiar.
Adenda às 22h20: Bom Carnaval!!! A propósito, boa parte do texto foi copiada deste artigo publicado por Correia de Campos no Económico. É incrível o que esta gente escreve, não é? E nem sequer estão fantasiados…

Nos dias que correm, é sempre de saudar encontar uma opinião lúcida e positiva. Dou os parabéns ao autor deste post por saber reconhecer que no meio da miséria governativa que nos pode governar, o actual governante é de todos o que se revela o mais competente.
Diga-me que está a brincar.
Meu caro Eporquenaoeu, não sei como hei-de dizer-lhe isto, mas este era um post de Carnaval. Espero que não leve a mal.
Como é carnaval, obviamente não levo a mal, mas subscrevo a brincadeira.
Obrigado pelo seu fair-play.
É Carnaval.
Eheheheh!
Quando até os postadores ensandecem, nada mais há a esperar… Suicidemo-nos, então 🙂
Bom Carnaval, Ana Cleto
E eu sou um piano de cauda…
Devo dizer-te, Ana, que a vida de Abrantes deve ser muito dura. Uma coisa é fazer isto durante umas horas no dia de Carnaval. Outra, é ter estômago para o fazer durante legislatura e meia!
Tens razão. O que lhes falta em cérebro deve sobrar-lhes em estômago…
Vá, então! O que é que se passa?
Vamos dar por findas as brincadeiras. Sócrates é na verdade o melhor político para governar quem votou nele.
Melhor, quem nele votou deveria ser governado por ele até ao fim dos tempos. Vêem alguém melhor, não, pois não? É tudo igual, pois é? E também somos todos igualmente inteligentes, não somos?
– Sooooomos sim senhor…
Apoiado, José. Devíamos votar todos no rei momo!
Apoiado camarada Rui. Estou contigo.
Eu sei que conto contigo nestas lutas, camarada Daniel
Parabéns pelo suculento naco de parodiante ironia. Qualquer leitor confundido deverá acordar do estupor = pasmo.
Obrigado, Rex. Mas, há por aí muito anestesiado.
O que vale é que vi na Tag a palavra Carnaval quando já estava com a faca junto do meu pulso esquerdo (achei que seria o apropriado para mais sendo eu destro).
Essa palavra, Carnaval, livrou-me da depressão de pensar que só eu não dava para Abrantes, sendo que o meu caro amigo estava embalado para se mudar com armas e bagagens para uma câmara qualquer seja ela cooperativa ou de Lisboa!
Felizmente que o Carnaval são 3 dias o que é mais um que a vida que são só dois!
Tenho que reconhecer publicamente que a ideia para o post foi o Carlos Alberto que ma deu num comentário seu da semana passada. Mas, confesso que já estava a ficar com um bocado de falta de ar dentro do disfarce de Abrantes.
Hihihi, brincadeirinha jeitosa…
Bom Carnaval, Mário!
LOL… para post do carnaval nem está nada mal…
Eheheh. Como referi na adenda ao post, o mérito é todo do Correia de Campos…
«A confiança no olhar»
Como tão bem se viu,
na cena trágico cómica de Viseu.
Caso para uma psiquiatria democrática.
O Dr. Correia de Campos tem frases muito boas, no género cómico, no artigo. Também gostei muito de “cortando na gordura para deixar o músculo liberto”.
Como é que se costuma dizer – é Carnaval, ninguém leva a mal???
É isso, Pedro. Ontem decidi disfarçar-me de Abrantes.