Sócrates e os gregos


jmmcc,

Em jeito de comentário ao que o Paulo Gorjão muito bem escreveu aqui em baixo, sem dúvida que é espantoso o Governo não ter reagido à possibilidade posta a circular de que a Grécia correria o risco de ser forçada a sair da zona euro. Mas mais espantoso se torna depois de termos visto o gabinete do primeiro-ministro reagir ontem prontamente para desmentir que tivesse convidado alguma vez Paulo Portas para o Executivo.

Se um jantar em Fevereiro tem mais importância do que o processo europeu, é mau. Se Sócrates parece não querer saber (erro gravíssimo) dos gregos e do que aquele cenário seria para Portugal, é péssimo. Se o primeiro-ministro se porta como se gregos fôssemos nós, é um desplante.

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