«O actual presidente deverá ser reeleito, de acordo com as sondagens.»
(Rodrigo Guedes de Carvalho sobre as eleições em Moçambique, no Jornal da Noite, SIC)
«O actual presidente deverá ser reeleito, de acordo com as sondagens.»
(Rodrigo Guedes de Carvalho sobre as eleições em Moçambique, no Jornal da Noite, SIC)
Nem eleitores!
Não? E quem é que afluiu às mesas de voto?
Quantos votaram? E dos que votaram, quantos não eram analfabetos? E ao alfabetizados votaram em quê, ao certo?
Querem impôr um modelo de sufrágio político, típico da era industrial, a um país que mal chegou à agricultura?
Portanto, há eleitores que votaram e eleitores que não votaram, há eleitores analfabetos e eleitores alfabetizados, há eleitores que sabem no que votaram e eleitores que não sabem no que votaram. Em suma: há eleitores. Bem me parecia.
Ao contrário de si, fico satisfeito por haver eleições em Moçambique, país de imensa pobreza e cujo processo político, no entanto, é um exemplo não só naquelas paragens.
Caro João Carvalho, você não me percebeu. A «democracia representativa» não se aplica a um país que mal entrou no neolítico, não obstante o seu entusiasmo «democrático».
É, provavelmente não percebi. Mas fica-lhe melhor dizer que foi V. que não se fez entender. É mais elegante.
E alguém afluiu?
Não sabia?
Sorte a deles. Assim têm as nossas, que são muitíssimo credíveis.
Servem para limpar as mãos… à parede!
Irra, que susto !
Julgava que estavam a falar de Portugal…
Sim?
Certamente, SIM!
A sério?
A sério !
Isso não será falta de informação?
Não, é excesso de informação…
Não me diga.
Digo, digo…
Vá lá, não diga.
Digo, digo …
Porque como o outro:
“A mim ninguém me cala…”
Eu pedi-lhe para não dizer.
Bolas!
Mas eu disse…digo,digo…
Bolas para si também.
Não é justo.
Eu fui o primeiro a dizer…
Mesmo assim, fui o segundo. Ainda dá pódio.
Tá bem, vá lá, também pode dizer…
Assim como assim está no pódio.
A propósito:
Tem limpo o pódio ?
Não, mas se V. quiser, pódio ser.
Então, ok !
Limpe o pódio.
Mas eu dou-lhe uma ajudinha para não o fazer sódio…
Ok. Sem ódio.
João Carvalho, sempre sem ódio.
E não preciso de tomar nenhum anódino.
Nem de usar pseudónimo.
Pseudónimo, não.
Mas talvez um anagrama.
Se for só uma grama.
Entáo, bom dia !
Continuemos…
Por uma questão de estilo, porque não mil e ficamos com um quilo.
Bom dia.
Parece-me peso a mais para um esquilo.
Mas a menos para a Vénus do Milo.
Vénus com braços para pegar na chávena ao pequeno-almoço. Leite com Milo.
Nas margens do Nilo ?
Sim. Do Nilo, do Rui ou de outro rio qualquer.
Independentemnte de ser homem ou mulher ?
Depende de ser pelo casamento ou pelo concubinato.
Isso é quase como estar de “blaser” ou de fato.
Muito ‘blazé’, de facto.
Talvez seja uma questão de tacto.
Com arroz de pacto.
com pacto de não agressão.
Mas há muitos «bruxos» 🙂
Deve ser isso. Terra de zandingas e companhia.
Os analfabetos que foram hoje a votos em Moçambique, tem maior consciência política do que a maioria dos “alfabetos” que votaram em Portugal. Ganharam a independência com uma Kalashnicov nas mãos. Neolíticos uma gaita!
Ora bem. É que estes críticos sobre Moçambique parece que preferem o sistema da Guiné-Bissau.
Er… kalashnikov, kalashnikov, e não foi só com uma, foi um pouco mais complicado e moroso do que isso.
Enfim, é um país onde não se fazem sondagens, em meu entender a verdadeira notícia que foi falseada.
Bem, vamos lá a ver; o tipo até é um homem de responsa, informa do mundo a milhões de portugueses e… não sabia um facto tão simples que até eu apanhei de raspão, numa rádio qualquer? Porque não se foi informar antes? Ou será que ele se limita a ir à gaveta mental onde guarda as suas frases feitas e assim compõe o alinhamento do telejornal? Que rigor é este? Francamente.
Pela minha parte, fiquei espantado.