Para quê Monty Python se podemos ter o Clube de Pensadores?
O que é nacional é bom. Muito bom.
Sing along numa noite ‘normal a tantas outras’
cronicasnofeminino,
Para quê Monty Python se podemos ter o Clube de Pensadores?
O que é nacional é bom. Muito bom.
Leonor não entendo como este homem e todos os outros conseguem ” sobreviver ” a todos os insultos que lhes dirigem ( e bem ), ele esteve duas horas numa sala com todos estes indignados e aguentou, é caso para dizer, estes é que aguentam, oh se aguentam..
Eu morria de vergonha se se levantasse uma única voz e me chamasse gatuna…mas eles já estão imunes…
E a tentativa dele de parecer que não se importava, e o ar de gozo a cantar Grândola vila morena…que vergonha que nojo…
Este Relvas é mesmo um escroque.
Cr,
Relvas e companhia,aguentam todos estes insultos,porque o beneficio é muito grande.
Tenha cuidado, que qualquer dia ainda lhe chamam alguma coisa numa discussão qualquer e depois tem de morrer de vergonha.
Como diz e muito bem ‘ai aguentam! Aguentam, aguentam!’
Beijinho, cr.
Que fazer perante situações destas, quando se sabe as causas de elas existirem?
A meu ver, o que devia ter sido feito, não foi. Sendo assim, porque insiste Miguel Relvas em aparecer? Se é para mostrar que não tem medo, todos nós já sabemos. Se não é, para que vai?!
Passos não o remodela. E enquanto o PR não demitir o governo, esta foi a escolha da maioria do povo português!
Helena, insistir em aparecer e ainda por cima cantar!
Nem mais. Ao menos não bugia até que o pessoal se cansasse da algazarra!
Exactamente.
Isto não seria possível se estivéssemos debaixo das “amplas liberdades”,propagandeadas pela esquerda ululante.
Com este comportamento malcriado e estúpido,saiu-lhes o tiro pela culatra,uma vez que quem tirou dividendos foi o alvo,foi ele a vítima.
Ui a esquerda ululante. Que belo adjectivo. Tirou dividendos? Deve ter sido pela voz maviosa.
Porque um segundo para pensar faz a diferença…
Admito que vendo o vídeo e, verdade seja dita, pouco consegui ver, fiquei a pensar na panóplia desenquadrada e pouco elegante de protestos, o que aliás meramente se traduz num grupo – que certamente terá algum aproveitamento anti-governo, e que nos remete para outro(?) cujo nome e ideologia meramente se resume em “Que se lixe a troika” – que escolhe situações chave-mediáticas para estrebuchar.
Honestamente, o vídeo apenas transmite a forma calma como Relvas geriu a situação e o estapafúrdio em que se tornaram as restantes atitudes.
Felizmente que cada um vê o que quer. O vídeo é absolutamente rocambolesco. O Relvas a cantar só ajuda.
Sim, cantar foi um erro (Passos foi mais inteligente). Mas coisas destas só ajudam Relvas a parecer sensato perante aquilo que surge como uma pequena multidão de idiotas ululantes e insultuosos. Afinal, onde está a discussão de ideias? E quem a impediu?
Se fosse sensato não cantava obviamente. Falar em sensatez quando Relvas fez esta lamentável figura não deixa de ser curioso. E achas, sinceramente, sem esse amor que te une a este governo, que iriam discutir ideias? Já expliquei em cima que todo o episódio é caricato. A continuares assim ainda vais a ministro
Não aguentava duas horas como ministro. Não sou de calar.
E, por enquanto, este governo ainda leva uma grande vantagem sobre o teu amado anterior (ei, se é para exagerar e distorcer…): nem a polícia tem invadido sedes de sindicatos nem os manifestantes têm sido impedidos de entrar nos locais onde se querem manifestar.
Sim, eu tinha um caso sério de embevecimento com o governo de Sócrates. Fartei-me de lhe tecer loas e rasgados elogios. Os meus posts andam por aí, é fácil comprovar esta minha paixão assolapada.
Ah, e ainda, quanto à questão ministerial: também não me atrairia fazer parte de uma equipa que tem de jogar segundo regras (a Constituição) que lhe prejudicam seriamente as hipóteses de sucesso.
Acredito. Viva a Ditadura.
A Ditadura? O quê, tipo países nórdicos? Ou estarás a referir-te à Irlanda, que fez em 2010-2011 mais ou menos o que nós devíamos ter feito em 2011-2012?
Não, não estava.
Sem dúvida alguma, mas a questão principal mantém-se. A democracia é feita por uma maioria que sabe analisar as deficiências de protestos ou aquela que não sabe separa o “trigo do joio“?
É que sejamos honestos, podemos ter interpretado dito protesto como puramente vergonhoso para a causa que tentam ‘supostamente’ defender mas não deixou de receber apoio oclocrático.
Em bem tento fugir aos noticiários para ir sabendo o que passa na terra, já que fico logo deprimido, mas venho aos blogues e dou com isto… Não há coração que aguente.
Eu já me ri muito com este episódio, André. Não há quem aguente mesmo.
Aguenta, aguenta dirá o Ul(rich)…
Quem será o génio estratega político, das oposições, que está por detrás desta decisivas iniciativas que vão certamente derrubar este governo ?.
Um mau coro de uma dúzia de reformados cantar na AR e outro, ainda pior, coro de meia dúzia de analfabetos a interromper a charala de -óhh meu Deus- o Ministro Relvas?.
E quem será o estratega que está por trás da desastrosa forma como os nossos governantes comunicam com quem os elegeu e lhes canta ainda por cima?
Caricato e ridículo. Foi ao ISCTE fazer o quê? Falar do futuro do jornalismo fazendo de conta que não houve jornalistas despedidos? O caso da jornalista do Público e o
de Pedro Rosa Mendes. Remember? como dizia o outro: “Há muita falta de memória na politica”. Quem o convidou para ir a uma universidade discursar merece o enxovalho.
Ainda não perceberam o verdadeiro estado do país e vivem na arrogância de estar a fazer tudo muito bem. Houve uma jovem estudante do ISCTE que apareceu numa das reportagens e que foi extremamente lúcida e clara em relação ao estado de coisas.
Ai a culpa de o Público não vender jornais é do ministro. Foi ele, o sinistro, que os mandou despedir, querem ver?
Olhe, a culpa de eu não comprar nem o Público nem o Expresso nem coisa nenhuma é do governo.
Eu não compro porque são maus. Um deles, inclusivamente, está escrito numa língua estranha.
Eu gostava de poder escolher não os comprar porque são maus.
São opções 🙂 Tal como os jornais optam por ser pouco independentes quando podiam ser mais independentes. Tinham logo outra credibilidade. Opções. Saibam viver com elas.
Ena, Vasco! Entrou directamente na minha caixa de comentários?
Venda de jornais ou histórias de espiões?
O Relvas é um cadaver, politico já se vê, e só o 1º ministro é que ainda não percebeu.
Mas enquanto o 1º ministro não sente o mau cheiro do cadaver, o Relvas é para todos os efeitos ministro de um governo legitimo, e se governa bem ou mal, depende da respeitavel opinião de cada um(a).
O que se passou ontem no ISCTE foi um triste espectáculo, e na minha modesta opinião, a culpa, toda a culpa, do que se passou é da exclusiva responsabilidade da TVI e dos seus responsáveis. Toda a gente sabia o que se ia passar, até eu, que estou no Alentejo, e o ministro Relvas estava ali convidado pela estação de televisão, que provocou uma situação altamente insultuosa para o governo do país.
Inclusivamente permitiu que durante largos minutos Relvas estivesse sózinho a sofrer o enxovalho, enquanto os que o convidaram estavam confortavelmente sentados na 1ª fila a gozar o pratinho. Uma VERGONHA!
Tendo prévio conhecimento do que se ia passar, os responsaveis da TVI não tiveram ao menos o cuidado da arranjar maneira de tirar aquele desgraçado daquela situação de maneira adequada, forçando-o a abandonar o local passando pelo meio dos que o estavam a insultar.
Embora detestando a pessoa, falo do ex ministro Augusto Santos Silva, tenho de lhe tirar o chapéu, porque foi a unica pessoa, pelo menos que eu tenha visto, a condenar publicamente com veemência, e na própria TVI, o que se passou ontem no ISCTE.
Quero deixar tambem claro que nem sequer condeno os que fizeram o estardalhaço: são jovens, muitos estão com enormes dificuldades, e só fizeram o que lhes permitiram.
Os que se portaram mal e não têm desculpa, são outros e têm nome: Miguel Pais do Amaral, Rosa Cullel, e José Alberto Carvalho, entre outros. Este ultimo então acabou por fazer uma figura tristìssima, com aquele simulacro de indignação no fim da “festa”.
Pedidos de desculpa? ZERO, nem a quem se deslocou ali para assistir a uma conferência sobre jornalismo.
Obviamente não sou contra quem se manifestou, muito menos contra os jovens universitários deste país que têm o futuro comprometido e estão a sofrer com estas políticas asfixiantes. É preciso ter uma enorme lata ir discursar para uma universidade sobre o futuro do jornalismo. Qual futuro? Ainda por cima alguém com um lamentável percurso universitário. E, tem razão, a TVI devia ter pensado melhor.
A Leonor não estava a escrever sobre o que se passou em Gaia? Pela sua resposta ao último comentário não parece, antes parecendo que veio aqui branquear a atitude censória de uns quantos, mortinhos por ocuparem lugares de destaque neste pobre país, para, então, nos calarem a todos.
Desculpe, mas é o que me parece.
Sim, o post era sobre o episódio de Gaia, mas como o Relvas é tão amado assim que acabei de postar isto, eis que surge o episódio no ISCTE. Não percebi o seu raciocínio ou então exprimi-me mal. Acho que a manifestação dos jovens tem toda a razão para acontecer. Podemos discutir se não terá beliscado a dignidade desta corja que nos leva ao abismo alegremente como se nada se passasse com eles e se é ‘democraticamente’ legítimo. Não me parece que neste momento gravíssimo de desintegração social e económica, de humilhação dos cidadãos deste país se possam usar estes argumentos. O povo está aflito, mas já se sabe que o povo cheira mal, chateia muito, tem a mania de reivindicar uma vida digna, imagine-se a ousadia, e a douta estirpe não quer ser incomodada. Que gentalha merdosa! Um horror!
A Leonor acha que aqueles manifestantes em Gaia são jovens? Inclusive aquele que, no final da cantoria, vociferou uma série de insultos? Se acha, eu vou ali e já venho. Por mim são velhos, muito velhos…
Hoje estamos com um problema de comunicação. Está a ver? é no que dá o Relvas ser tão solicitado 🙂 Estava a referir-me ao episódio do ISCTE no comentário acima e não ao de Gaia. E já agora, os velhos não se podem manifestar? Sem insultos, o que nos dias que correm vai sendo difícil. Ora veja o Francisco José Viegas. Até esse rapaz amigo do governo se passa com o que eles fazem. Imagine-se o cidadão comum.