
Parece que Medina Carreira afirmou há dias, na Figueira da Foz, que o programa “Novas Oportunidades” é uma trafulhice e uma aldrabice.
O ex-ministro das finanças perdeu uma boa oportunidade para estar calado. Falou de cor, à espera dos aplausos da plateia, provavelmente sem pensar no que disse. Desafio Medina Carreira a alicerçar a sua opinião em factos.
Visitei muitos Centros Novas Oportunidades, visitei empresas que implementaram o programa, falei com dezenas de formadores e de formandos, conheço os referenciais, sei como são aplicados, conheço o grau de exigência que obriga muitos candidatos a abandonarem os CNO, constatei como o PNO mudou a vida de muitos cidadãos deste país e estou em condições de garantir que as afirmações de Medina Carreira são mais uma das suas “boutades” popularuchas, completamente descabidas, que lhe vão granjeando enorme popularidade, mas carecem de veracidade e não encontram eco nas empresas que desenvolvem o programa.
Medina Carreira fala de tudo, diz mal de tudo, parece um papagaio a declamar aquilo que os tugas gostam de ouvir. Antes de dizer disparates, seria bom informar-se. Lendo testemunhos, ou auscultando a opinião das empresas que estão a implantar o programa . As suas afirmações sobre o “Novas Oportunidades” além de revelarem ignorância, são um insulto a empresas, formandos e formadores. Haverá, certamente, melhorias a introduzir, detalhes a corrigir, mas afirmar que é uma trafulhice revela falta de senso e ignorância.
Se é verdade que ele disse que os alunos do PNO vão lá,” entregam um papel e voltam passado um ano para receber o diploma”, tenho de lhe dizer que, além de ignorante, é MENTIROSO! (desculpa as maiúsculas, João). Provavelmente MC está a confundir o PNO com as passagens administrativas do PREC, que permitem a alguns andarem a pavonear-se com títulos académicos obtidos na secretaria a troco de algumas notas de mil escudos.
Com a preciosa ajuda de alguma comunicação social( sempre disposta a reproduzir críticas, mas pouco interessada em saber a verdade e que alegremente confunde o “Novas Oportunidades” com o ensino secundário, (escamoteando que essa via é assegurada apenas pelos cursos EFA) e animado com os aplausos babados de bloguistas como João Miranda ou Helena Matos, Medina Carreira almeja ser o papagaio da República, mas é apenas um “velho do Restelo”, porta-voz da inveja e frustração dos tugas.
No entanto, admito, algum mérito deve ter para figurar nesta lista.

Novas Oportunidades havia na Universidade Independente infelizmente já fechada por excesso de utilização .
Bem lembrado…
Ias-me furando os tímpanos. Hehe…
desculpa lá, João. Esqueci-me de colocar um AVISO antes do post ( hehehehe)
Carlos, bem haja pelo desassombro deste post . Ser o “porta voz da inveja e frustração dos tugas ” como muito bem diz é a função deste papagaio deslumbrado com a subserviência das câmaras de tv e de microfones solícitos Já aqui tinha dito num comentário que o homem não se aguenta. Fico satisfeita por ter companhia.
Felizmente, ainda há quem não se deslumbre com as tiradas do homem.
Ah sim?… pois conheço uma catraia cujo exame das Novas Oportnidades consistiu em fazer um Cocktail. Se isto não é uma trafulhice não sei o que é.
Deve estar a falar de outro filme…
Em primeiro lugar, porque sendo catraia não pode frequentar o Novas Oportunidades e, em segundo, porque não há exame.
Meu caro, conheço o caso. 1) chamo-lhe catraia porque, tendo ela menos de 30, considero-a nova 2) e não se refugie em aspectos técnicos, eu não sei se àquela avaliação se chama exame ou não. Mas sei que foi avaliada e que o que fez para isso foi um Cocktail.
Não se trata de aspectos técnicos, meu caro. Se fosse por aí teria muito para lhe explicar
Finalmente alguém chama os bois pelo nome, como se diz na nossa terra.
O homem faz-me comichão, Maloud, mas os seus indefectíveis seguidores, que mal ele abre a boca entram em transe e começam a bater palmas, provocam-me náuseas.
Pois, opiniões há muitas… Também conheço a realidade de alguns CNO’s do Algarve (e não só, através da troca regular de informações com colegas/amigos de outras regiões) e a realidade não é propriamente risonha: formadores/técnicos de formação contratados em regime precário; valor de remuneração hora abaixo de € 10 (não descontado, obviamente, das obrigações fiscais e contributivas para a Segurança Social); por consequência, elevada taxa de rotatividade do quadro de formadores/técnicos de formação, etc. Estes indicadores são sintomáticos de alguma coisa e geram efeitos…
Além disso:
– Qual a taxa de finalização de processos RVCC face ao número de pessoas inscritas?
– Qual o número médio de formandas/os sob a responsabilidade de um formador/técnico, por exemplo, durante um ano?
– Qual o tempo médio de concretização dos processos de RVCC?
– Os CNO’s têm capacidade de resposta eficaz/eficiente (recursos: humanos; materiais, por exemplo, salas de informática) face às necessidades de um processo de RVCC?
– Que impacto tem este processo nas condições laborais dos/as formandos/as?
Por fim, só posso dizer/escrever que (sofrendo, na sua opinião, desse “síndrome do papagaio”, de ser um “Velho do Restelo” ou porta-voz da inveja e de frustrações) instalou-se neste sistema de RVCC, finalizado numa prova/peroração de júri final, que apelido de “síndrome comercial” ou de “síndrome de ‘enchouriçamento’” que versejo da seguinte forma:
A pior teoria comercial
apoderou-se da educação,
num extenso referencial
de tão complexa erudição.
As oportunidades coloridas
em estatísticas viçosas
têm perorações esbaforidas
sobre virtudes buliçosas.
Então vamos por partes:
1- De acordo ( de uma forma geral) em relação à situação dos formadores e técnicos de formação,
2-Taxa de finalização dos RVCC: aí está um ponto a meu favor. Se fosse como diz MC, seria de 100%. E não é…
3-Ratio Formandos /formadores. É variável, como sabe e está dependente de inúmeros factores
4-Tempo médio do processo- Também é variável de acordo com as capacidades do formando. Outro ponto que contraria a tese de MC
5- Capacidade de resposta dos CNO: É verdade que em alguns CNO está muito abaixo das expectativas criadas e daí que as metas traçadas inicialmente pelo governo não tenham sido atingidas
6- Impacto do processo nos formandos. Convido-o a ler o livro “Testemunhos- TRajectos de Qualificação”, por exemplo, que responde em parte à sua questão. É evidente que o Novas Oportunidades não funciona como uma varinha de condão que transforma toda a gente em casos de sucesso. Nem creio que seja esse o objectivo do Programa, mas é gratificante constatar como a vida de algumas pessoas mudou radicalmente.
Pois, reforço a ideia de que opiniões há muitas… Só que a realidade não é aquela que nos é apresentada em muitas cerimónias de pura propaganda (nas televisões, nos rádios, nos jornais…) em que estão presentes os principais responsáveis políticos (PM, ministra, etc.) e em muitos artigos de opinião de pessoas que nunca estiveram por dentro do processo de RVCC.
Quanto à forma como são reconhecidas as competências e os respectivos “comprovativos” (colocados nos PRA’s – Portefólio Reflexivo de Aprendizagens), em muitos casos, são através de trabalhos “copy and paste” de outros existentes, por exemplo, na Internet. Portanto, não há um trabalho original e reflexivo. E, pasme-se, são aceites devido ao síndrome que já tive a oportunidade de apelidar anteriormente, sobretudo, por pressões das estruturas superiores dos CNO’s. Logo, a qualidade do processo de RVCC fica “beliscada”, para ser simpático…
Claro que há bons exemplos/casos (que também conheço e reconheço) mas, na minha opinião, e conhecimento, acabam por ser excepções que confirmam a regra.
Em suma, em termos teóricos, reconheço que o processo de RVCC é de salutar mas, na prática, está demasiado inquinado pelas “estatísticas”. E o feitiço vira-se contra o feiticeiro pela existência de demasiados problemas operacionais, em que a questão das condições de trabalho das equipas dos CNO’s é uma das mais importantes.
É um facto que as metas e o financiamento dos CNOs têm por vezes consequências na qualidade do trabalho desempenhado pelos mesmos CNOs.
Não nego- e até o digo no post- que há falhas, mas daí a apelidar o processo de trafuhice vai uma grande distância. É óbvio que MC desconhece os trâmites do processo e falou de cor, para a plateia. Não está de acordo?
Caro, se me permite, Carlos Barbosa de Oliveira,
Sinceramente, não tenho certezas quanto à questão que me coloca, por isso… De qualquer maneira, respeito opiniões que são apresentadas civilizadamente mesmo com alguns, toleráveis, excessos de linguagem (eu próprio padeço desse mal).
Sendo óbvio que, como declaração de interesses (penso que seja assim que se refira), sou um admirador do Prof. Medina Carreira.
Bom fim de semana!
Não estou muito por dentro do tema das Novas Oportunidades, mas as críticas que tenho ouvido são de puro facilitismo. Eu sei que este tipo de cursos têm de colocar o formando no centro da aprendizagem, ir ao encontro das suas necessidades e valorizá-lo, dar-lhe auto-estima. Mas isso para mim não é justificação para certos facilitismos que vou ouvindo falar.
Nos cursos de formação então, é um escândalo. Uma amiga trabalha num instituto de formação profissional e conta-me que todos os dias recebe chamadas de pessoas que só querem fazer cursos para receber o subsídio, e que vão fazendo cursos enquanto puderem, que basta aparecer nem que não se faça quase nada, e que as reprovações estão quase elas mesmas “reprovadas”, ou seja, o formador está coagido a não deixar ninguém para trás.
Sei que há casos e casos, sei que as Novas Oportunidades terão mudado a vida a muita gente, mas a verdade é que o facilitismo acaba por dar uma imagem negativa à sociedade… e como não acreditar na veracidade do facilitismo se o Governo está numa corrida urgente para aumentar o nível de instrução da população?
Os facilitismos também existem nas escolas e nas Universidades, como todos sabemos. Conheço uma pessoa, por exemplo, que andou a marinar na Faculdade de Direito durante 5 anos, sem ter concluído o 2º ano. Foi para uma universidade privada e em dois anos fez 17 cadeiras, com boas notas!!!
Hoje, ocupa um lugar de destaque numa autarquia e não é por ela ter concluído o curso com surpreendente facilidade, que vou desacreditar o ensino do ireito em Portugal, certo?
Carlos, precisamente, o ensino privado em Portugal tem essa fama de facilitismo de que estamos a falar… 😉 ao contrário dos Estados Unidos, por exemplo, em que ensino privado é sinónimo de qualidade.
O ensino privado nos EUA é sinónimo de tudo, porque há de tudo. Por cada Harvard, Yale, etc, há centenas de instituições privadas que dão cursos de meia tigela. E há Universidades Estatais que estão ao nivel das melhores privadas, dependendo das áreas em que são mais fortes.
Há certos sapateiros que não se coíbem de ir além da chinela.
É o caso do autor deste post. Tomara ele chegar aos calcanhares de Medina Carreira!
É preciso topete. Ao que chegou a defesa estrénua do regime socretino! De cabeça perdida, os papagaios já não olham às palavras… É no que dá a falta de vergonha na cara.
E é preciso tanto azedume se não concorda? Não basta discordar civilizadamente sem ofender ninguém?
Olhe, sr Pinto, estou com espírito natalício e vou responder-lhe. Uma vez sem exemplo…
Vocelência já foi comentador assíduo do DO, mas ao longo deste ano nunca li um comentário seu, onde houvesse uma ideia. Apenas o insulto e a insídia. Não me espanta, por isso que seja admirador de MC, mas vou-lhe dizer uma coisa: apesar de estarmos no Natal e o circo ser u espectáculo muito apreciado nesta época, ouvi dizer que as vagas para palhaços já estão todas preenchidas, por isso, o melhor é ir bater a outra porta.
Boas Festas e que 2010 lhe traga uma ideia para poder fazer comentáriso decentes.
E a si que lhe traga a oportunidade (que não vislumbro) de escrever alguma coisa com pés e cabeça, sr. Barbosa.
Ó Pinto, você é mesmo convencido! Pensa que a sua opinião para mim vale um caracol? Não vale…
Chega-me o reconhecimento públco, traduzido nos prémios, nacionais e internacionais que tenho recebido ao longo da vida. Pois, percebo que isso não lhe diga nada, você deve estar mais habituado a pensar com os pés, como se vislumbra pelos seus comentários.
Excelente post.
Também estou por dentro do RVCC, mais dos que dos outros programas das Novas Oportunidades e partilho esta tua reflexão, Carlos. Pelo que sei nem todos os centros funcionam de igual forma mas quando o processo é sério é bem exigente, embora o referencial contenha alguns disparates.
Tal como acontece com outras situações da vida portuguesa, é fácil lançar boatos, pior mesmo é conseguir desfazê-los. Ter conhecimento cabal da realidade é algo que raramanente os opinadores de tudo e mais alguma coisa têm.
Sabes uma coisa, Leonor, as pessoas adoram mandar palpites sem saberem do que estão a falar. É evidente que nem todos os CNO funcionam na perfeição e que há falhas, mas quando MC diz que o programa é uma trafulhice, está afalar de ouvido porque desconhece por completo o processo.
Como bem dizes, é fácil lançar boatos, como fez MC. Enquanto qualquer papagaio puder ir para a televisão lançar boatos sem que lhe sejam pedias responsabilidades, continuaremos a assistir a este triste espectáculo, muito do agrado de algumas pessoas que ficam eufóricas sempre que alguém aparece a debitar opiniões “contra”. Fazem-me lembrar o anrquista qu pergunta: “Há governo? Sou contra”.
Opina-se muito mas sem se saber ao certo do que se fala. É como dizes, papagueiam o que ouviram algures, muitas vezes na comunicação social e dali não saem. Foi o que aconteceu com a avaliação de professores, por exemplo. Importante é falar sempre, regra geral, mal.
Eu também tenho muitas dúvidas em relação a alguns procedimentos em alguns centros, mas sei que noutros a certificação é séria. A questão é que apesar de sairem com um diploma equivalente ao 12º ano são processos muito distintos. Tal como disse há questões absolutamente disparatadas no referencial que eu já vi defender com unhas e dentes e que me valeram um valente ataque de riso. Ninguém no seu perfeito juízo pode defender que saber comprar ou saber utilizar um electrodoméstico é importante para a certificação.
Aconteceu com a avaliação dos pofessores, acontece com a apreciação dos funcionários públicos que para muitos não passam de parasitas, acontece com os julgamentos em praça pública, onde arguidos são condenados pela opinião pública antes de os tribunais se pronunciarem. E se por acaso juiz decide que o fulano não é culpado, aqui d’el Rei, os poderosos nunca são punidos. Uma tristeza esta sociedade da justiça popular, Leonor.
Em relação ao PNO espanta-me ver jornalistas mandarem palpites confundindo RVCC com cursos EFA e a meterem tudo no mesmo saco. É de uma irresponsabilidade atroz.
Também sei que há CNO onde as coisas não funcionam bem, mas isso não permite generalizar, como faz MC, Helena Matos ou João Miranda. Como já escrevi noutro comentário, dando até um exemplo concreto,facilitismos e erros também há nas escolas e nas Universidades, mas não é or isso que vamos dizer que o ensino em Portugal é uma trafulhice.
Quanto a alguns eferenciais totalmente de acordo, mas o camnho faz-se caminhando e acredito que as coisas sejam aperfeiçoadas.
Não estou tão bem documentada sobre o “Novas Oportunidades” como alguns comentadores, apenas digo o que sei e quanto a isso, tenho alguns conhecimentos. Na empresa onde trabalho, existe um Centro do “Novas Oportunidades”, permitiu realmente que muitos funcionários fizessem o 9º ano e outros tantos o 12º; para além de não se verificarem melhorias a nível profissional – isto é outro problema diferente; a falta de exigência e o facilitismo com que obtêm o diploma é notória e reconhecida.
Coitados dos adolescentes que andam a “queimar as pestanas” tantos anos, com um nível de exigência muito superior.
Conheço também outros casos, fora da empresa, a que assisti e vi o programa – francamente o modo como foi obtido o 12º ano, através de pouco mais do que escrever uma pequena bibliografia do próprio! É assim que andamos a atribuir diplomas? Qual é realmente o critério utilizado? Para já permitiu sim, que o país se possa vangloriar de baixar a taxa de “analfabetismo” que tanto nos caracteriza. Pudera… qualquer um obtém o diploma em meia dúzia de meses! O que eu gostava de ver era alguém dos que obteve o diploma, a concluir uma licenciatura numa faculdade estatal…
Não vou maçar com pormenores. Apenas lhe digo que aquilo a que chama “pequena bibliografia do próprio”( penso que quisesse dizer biografia) é uma tarefa bem mais complexa do que se possa imaginar. Acredita se eu lhe disser que houve pessoas licenciadas que tiveram mita dificuldade em fazê-la? Pode acreditar, porque é verdade. Também há muitas pessoas que não conseguem fazer esse trabalho e acabam por enveredar por cursos EFA, o que por si só é uma mais valia, pois significa que o PNO a incentivou a melhorar a sua formação por outra via.
Vamos lá dar às coisas os seus devidos nomes.
Pelo que tenho lido, V. é formador nas Novas Oportunidades. Parte interessada no assunto, portanto…
Será preciso pôr mais na carta?
Azar! Não sou formador, nem parte interessada. Sou apenas uma pessoa que, quando defende ou ataca alguma coisa, tenta fazê-lo de forma fundamentada.
Interessei-me pelo assunto, fui saber como funciona, fiz e continuarei a fazer investigaçãao e pesquisa sobre as Novas Oportunidades. Curiosidade de jornalista e cidadão que se reusa a fazer juízos apressados e julgamentos na praça pública.
Ah, é verdade, tenho um sonho… voltar a ver o jornalismo a cumprir o seu papel e tentar que quem fala apenas por “feelling”, seja um bocadinho mais comedido.
Certo. Você diz que é jornalista. E a Comissão da Carteira sabe?
Não sei se interprete o seu comentário como imbecilidade, analfabetismo ou simples estupidez, mas há uma coisa que tenho a certeza… Fazia-lhe bem frequentar o PNO, porque pela falta de elevação dos seus comentários e pelas insinuações que faz sob a cobardia do anonimato, educação é coisa que certamente nunca teve. Ou talvez seja um heterónimo do Pai Natal, não?
“imbecilidade, analfabetismo ou simples estupidez”
Tudo isso foi escrito em frente do espelho, não?
Repito a pergunta: E a Comissão da Carteira Profissional de Jornalista sabe?
É que não respondeu. Como era de esperar, aliás.
Afinal a sua imbecilidade, estupidez e cretinice é ainda maior do que pensava. Está a insinuar o quê? Que não sou jornalista? Que tenho algma actividade incompatível? Pela última vez respondo a cobardes
Olhe, sabe o que significa Pê Quê Pê? Então se não sabe, tenho pena, porque esta é a última vez que lhe respondo
Continua sem responder e lá sabe porquê.
Quanto à sigla “pqp”, foi, com certeza, usada também em frente do espelho…
RIP – Descanse em paz!!!