Quando eu estava na tropa em Santa Margarida, há muitos anos, chegou uma carta cujo endereço era só: “PARA O MEU FILHO”. A carta foi entregue a um soldado que todos os dias lá ia perguntar se tinha chegado alguma carta da mãe.
Também curioso: o carimbo sobre o selo. Quem o pôs deve conhecer o “endereço” ou, então, está tão automatizado no seu processo de carimbar que nem se deu conta. 😉
Espectacular!!!
Extraordinário, de facto, AB.
e chegou?
🙂
E sobrou, Rita.
E emitem relatório de entrega?
À cobrança, AM.
Não acho bem. Está ali a identificação de uma pessoa.
A coisa já foi amplamente divulgada nas últimas semanas no Facebook, Leonor. Em todo o caso, tens razão. Já alterei. Para trás, nada posso fazer.
Pois, mas não me pareceu muito bem. Ainda bem que tiraste, Rui.
Quando eu estava na tropa em Santa Margarida, há muitos anos, chegou uma carta cujo endereço era só: “PARA O MEU FILHO”. A carta foi entregue a um soldado que todos os dias lá ia perguntar se tinha chegado alguma carta da mãe.
Que história extraordinária, Rómulo.
História que nunca acontecerá com a futura Correios de Portugal SA
Também curioso: o carimbo sobre o selo. Quem o pôs deve conhecer o “endereço” ou, então, está tão automatizado no seu processo de carimbar que nem se deu conta. 😉