Na Única desta semana, sobre a entrevista a George Clooney: O ator[sic] chega com novo filme – “Nos Idos de Março” -, mas com a mesma vontade de mudar o mundo. Numa conversa anormalmente densa para uma estrela de Hollywood, Clooney fala de política, corrupção e dos seus ideais. Como é bom de ver, a única coisa anormal aqui é a imbecilidade do jornalista, com um texto que não é digno de figurar num jornal que se afirma “de referência”. A entrevista, essa, é assim-assim: tem momentos interessantes, mas demasiadas perguntas que já contêm, em si, uma resposta.
Com jornalistas destes…
eventhorizon,

John, tu é que não estás a ver bem: uma estrela de Hollywood pode ter uma conversa densa (seja lá o que isso for) desde que a densidade seja normal. A pedra de toque, aqui, é ser “anormalmente densa”.
Bem visto, Ivone 🙂
(as primeiras leituras são uma coisa tramada!)
Aqui me confesso: não percebo porque é que essa frase merece que a sua autora seja apelidada de imbecil.