Sexo na auto-estrada


Pedro Correia,

Auto-estrada Porto-Lisboa, num dia destes

6 comentários em “Sexo na auto-estrada”

  1. Este, é dos tais avisos que não devem ser tomados em conta.
    Se está molhado, para quê manter a distância?
    Ah!!!!!!!
    Sou mesmo parvinho…
    A distância de segurança!!!!
    Pois tá claro… a distância que permite segurar…
    Esta gente da Brisa sabe o que escreve canudo!!!

  2. Efeitos do Aborto Ortogáfico?
    Dos comentários de Aguiar Defesa Branco?
    Da Poupança Nacional via BPN & Similares?
    Haja Troika.

  3. O acaso, que tanto aprecio e me seridipendia, confrontou-nos com esta situação que o boneco relata. O piso estava, efectivamente, escorregadio, o “dolce fare niente” apetitoso, a “chaufage” no máximo e o trânsito moderado; de modos que alentejanei, supimpamente, apertando o último botão da camisa e enchouriçando ainda mais o gorro – coisa de quem tem por hábito fumar no veículo e manter sempre a janela aberta.
    Mas, neste devaneio invernoso, e de paivante na boca, esqueci-me da distância de segurança e a co-pilota pagou as favas. Nada que um “entusiasmei-me” e um cigarrito posterior não resolvesse!

  4. Às vezes basta uma letra
    para escaparmos da morte.
    Em vez de morte foi sorte.

    in Memórias de Corpo Inteiro, poesia, de Fernando Tavares Rodrigues (cito de memória texto, livro e autor)

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