A 6 de Janeiro, com origem em Hong Kong, começaram a circular as primeiras notícias no Ocidente sobre uma misteriosa pneumonia atípica que já havia afectado largas dezenas de pessoas na província chinesa de Wuhan. «É um novo micróbio, transmitido dos animais para os seres humanos», alertou o microbiólogo Yuen Kwok-yung, na revista Science.
O contágio era rapidíssimo: segundo as autoridades provinciais, em estatísticas que pecavam muito por defeito, os infectados passaram de 27 oficialmente registados a 31 de Dezembro para 44 apenas três dias depois.
Sabemos o que aconteceu desde então. Passaram só 70 dias.

O vírus fechou os cérebros em casa.
– Telescola? aulas online, universidades, escolas?
– máscaras para todos?
– pensar o futuro com o vírus?
– robots?
– o futuro do turismo sem turismo? E a restauração? transportes públicos??
Nada, só temos patetices.
lucklucky
E o “jornalismo marxista”? Desta vez não há “jornalismo marxista”?
Absolutamente. O jornalismo Marxista é um dos grandes responsáveis pelo estado do País. A promoção da mediocridade é lhe essencial, tivemos significativos exemplos recentes.
O jornalismo por nunca ter sido tão mono-cultural aliás acabou com a democracia, nunca um partido de direita com um programa de direita votado por maioria será permitido governar – os “protestos” de rua começarão logo no dia seguinte com apoio de todas ou quase todas redacções. Viu-se como boa parte dos memes usados contra Passos desapareceram como do dia para a noite sem que tenham existido diferenças para o justificar.
É também um dos países com uma Constituição que continua a dizer que se caminha para o Socialismo. Porque será que os jornalistas estão calados? Porque concordam.
É ainda o jornalismo Marxista que por exemplo classifica como “Líder” Cubano o Fidel Castro e “Ditador” Chileno o Augusto Pinochet. Delirou com Varoufakis, aplaudiu Chavez.
Não é ainda por acaso que o Primeiro Ministro é familiar de um jornalista importante e o Presidente esteve sempre no mundo do jornalismo.
Até foi ao beija mão ao Ditador Fidel Castro para demonstrar a fidelidade à cultura onde navega.
Nunca a cultura jornalista esteve tão perto do poder em Portugal.
Nota-se no entanto já alguma exasperação/negação/dúvida dos jornalistas. Tudo o que apoiam não dá os resultados pretendidos…o pais está em queda livre em comparação com os competidores directos apesar da suposta “geração mais bem preparada de sempre”, a natalidade é quase um desastre apesar do vasto Estado Social e aparelho de Estado, os falhanços do Estado e do Capitalismo Português que financia o regime sucedem-se…
O novo homem Euro-Lusitanus ainda não apareceu…
lucklucky
Cá está, ei-lo, igual a si próprio.
https://observador.pt/especiais/a-matem atica-que-explica-o-tsunami-europeu-e-po rtugues/
Receio que os números sejam esses. Que dizer então destas protelações, hesitações e negligência?
Pois, eu penso que não existe nada para dizer, os factos falam por si.
Temos de aceitar o que as “nossas” elites decidem para nós.
WW
As advertências foram ignoradas pela maioria dos decisores políticos. Consideradas catastrofistas e derrotistas.
Um exemplo: 316/kz7g3o24cjbefcgzasaien64vu.html
https://www.larazon.es/espana/20200
https://www.google.com/amp/s/www.sa bado.pt/portugal/amp/quando-a-diretora-g eral-da-saude-desvalorizou-o-impacto-do-c oronavirus
Inenarrável.
Alguns políticos viciaram-se em dar “boas notícias” e torcem-se todos cada vez que é preciso dizer a palavra não.
Veja-se o que sucede em Espanha: o PM Sánchez, alertado para a necessidade de proibir a marcha feminista de 8 de Março, com seis dias de antecedência, não só a manteve como encorajou várias ministras (e a sua própria mulher) a participarem nela, distribuindo beijinhos e abraços, numa iniciativa que contou com 120 mil pessoas em Madrid.
Uma semana depois, tem pelo menos duas ministras infectadas e a mulher também – com os inerentes custos reputacionais que isso agora lhe traz. E só avançou (com relutância) para as primeiras medidas de contenção a reboque do que já estava a ser feito por governos autonómicos, designadamente em Madrid e no País Basco.
Tem razão o Pedro Correia, também os Açores e a Madeira se anteciparam ao contenente.
WW
É verdade. Faça-se justiça a Miguel Albuquerque e Vasco Cordeiro.
Esperemos que no afã de boas notícias não comecem a escamotear as más.
A única boa notícia agora será a descoberta da vacina. Entretanto podiam pedir formalmente auxílio à China, como fez o governo italiano.
Certo.
Parece que vamos ter que esperar até quarta-feira ou quinta-feira para ver decisões à séria. Faz-me lembrar uma colega que diz a meio do mês coisas do tipo ‘é urgente para o final do mês’.
A administração pública portuguesa é assim, cheia de regras atávicas que remontam a outros séculos e permanecem imutáveis.
Mesmo em situações de emergência, como é o caso.
Se a “emergência” funciona assim, imagine-se como será noutras circunstâncias.
Como costumo dizer, temos uma Constituição analógica na era do digital: 1976 está muito lá atrás.
Felizmente a Nossa Senhora de Fátima vela por nós. Nem um morto até agora. Bem diferente do que vem sucedendo em Itália, Espanha e França.
Conselho de Estado amanhã.
A Nossa Senhora de Fátima quando muito ajuda ao dar mais tempo para pensar e agir já com o exemplo de quem segue na frente de batalha. Que o saibamos aproveitar e fazer o que nos compete e que os decisores sejam iluminados.
Estado de emergência convocado tardiamente – e devagarinho. Como se não houvesse emergência, afinal.
Entretanto registou-se o primeiro óbito em Portugal. Um senhor de 80 anos, com várias outras patologia associadas, incluindo cancro do pulmão.
Já não, Pedro Correia.
Ainda assim, estamos muito menos mal do que os nossos vizinhos: Espanha já contabiliza 309 mortos, tornou-se o quarto país do mundo com mais infectados.
Bom artigo de Jorge Buescu. Merece destaque.
“Sabemos o que aconteceu desde então”, diz o Pedro.
E eu digo, que do que se passou na China sabemos o que eles disseram e que o que poderá ser “da missa a metade”.
O que eu sei é que os países ditos democráticos começaram a copiar os métodos seguidos pelos chineses para conter o vírus, métodos que por lá foram impostos à força por um governo ditatorial e que por cá não estão a resultar por que os governantes estão a querer agradar a toda a gente e os urbanos estão a ser irresponsáveis.
Se toda a gente fizesse como se vê nas grandes e nas pequenas cidades, não sei como iríamos viver dentro de um ou dois meses. Se os agricultores deixassem de alimentar os gados e deixassem de cuidar das sementeiras, se os pescadores deixarem de ir ao mar, íriamos comer o quê? Bens alimentares importados da China? Pedras?
Concordo que estamos em Guerra contra um inimigo desconhecido e que as consequências serão trágicas se não começarmos todos rapidamente a trabalhar.
Tem razão no quadro que descreve.
Quanto à China, sabemos as consequências: estamos a experimentá-las nesta espécie de recolher obrigatório a que estamos sujeitos e na emergência sanitária que ameaça colapsar o nosso sistema de saúde.
Falta ainda conhecer, na devida dimensão, como tudo começou e as causas deste novo vírus – além do efeito que a censura imposta pela ditadura chinesa teve na expansão da epidemia ao travar nos primeiros tempos todas as notícias que circulavam nas redes sociais sobre a progressão da doença.
Não acredito nos dados fornecidos pelo PC chinês, basta ver que os 1ºs relatos surgiram em Hong Kong e que os relatos vindos do Irão são bem mais reveladores, pela dificuldade de controle por parte do regime e por aí a sociedade ser muito avançada para um país muçulmano e teocrático.
Alguém tem dados relevantes sobre o que se passa na Arábia Saudita ?
WW
Evidente que fechar cidades dificilmente seria solução.
Mas, encerrar entrada e saída de passageiros por via aérea ou marítima, evitar ajuntamentos, encerrar locais turísticos, e fazer triagens na fronteira terrestre era fazível.
Carnaval, futebol, e outro tipo de eventos (como a famigerada apresentação do Sepúlveda) deviam ter sido pura e simplesmente abolidas.
Ao mesmo tempo dotar alguns sectores de meios para responderem a uma possível quarentena. As escolas deviam, dentro do possível, ter capacidade para dar aulas à distância. É uma p*ta de uma vergonha que sejam professores, à sua custa, que andem a criar grupos de Whatsapp.
Sou eu, sou eu.
Você, Anonimus, é primus inter pares.
Sem futebol é que não! nunca! caro anónimo. Tirem lá todos os carnavais e Sepúlvedas que quiserem mas nem tentem acabar com o futebol Aliás, nem podiam e se algum destemido o tentasse logo via a vã veleidade da cruzada em que se metia.
Futebol está a tudo, mas a tudo mesmo, associado. Veja.
Instado a pronunciar-se, Jorge Jesus disse:
– Tem boas cratriscas defensivas e deiamo a mim que faço dele um bom médio ofensivo.
– Mister, é o vírus!
– Voceses fazem-me as parguntas a mim e depois querem queu vos responda o quê? Joga aonde, esse Milus?
– Vírus!
– Ou isso. Joga aonde?
Bruno de Carvalho disse saber muito bem de onde aquilo vinha. Mais uma maquinação bem-estruturada desse malfeitor Benfica a fim de desestabilizar o Sporting, mas agora não tinha tempo para grandes explicações e ia já a correr para o Facebook a fim de esclarecer o povo.
Isto para já nem falar na dona Adozinda da Purificação que também teceu umas profundas considerações a propósito.
Precisamos de futebol, mais que nunca. E de turistas. E de vida normal.
Caramba! e logo agora que com a ida do lampionço Amorim para o inimigo, havia narrativa para, pelo menos, uns trinta volumes.

Excelente técnico. Desde que se mudou para Alvalade o Sporting ainda não perdeu.
A sério, cara Isabel !?…
JSP
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