DELITO há dez anos


Pedro Correia,

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Leonor Barros: «Para fazer face à violência crescente nas Escolas que atinge professores, alunos e funcionários, não vamos lá com falinhas mansas, psicologia de pacotilha e conversa mole que muitas vezes legitima o indesculpável. Há que agir e para tal urgem mecanismos legais que suportem a actuação eficaz, célere e competente. A segunda parte cabe às Escolas, cabe aos Directores de Turma, cabe aos Directores. É preciso que ouçam de uma vez por todas e que não banalizem as queixas, que as levem a sério, não as desvalorizem ou subestimem e actuem em conformidade. Só leis não chegam.»

 

Paulo Gorjão: «Se as obras são “megalómanas” e “ninguém [as] compreende”, então por que motivo Paulo Rangel pede apenas a sua suspensão ou adiamento em vez de propor o seu fim? Alguém consegue perceber? Qual é a lógica de suspender apenas algo que é megalómano e incompreensível?»

 

Sérgio de Almeida Correia: «O desperdício na CP é tão grande que enquanto nos aviões distribuem auriculares aos passageiros que são recolhidos pouco antes do final da jornada, a CP oferece auriculares no Alfa de cada vez que um tipo viaja e ninguém os recolhe. Como nunca me lembro de levar comigo os da jornada anterior, tenho uma colecção deles em casa que já pensei metê-los no correio para o Dr. Teixeira dos Santos fazer face ao défice.»

 

Eu: «O balanço dos primeiros quatro anos de mandato de Aníbal Cavaco Silva em Belém nada tem de empolgante. Pelo contrário, Cavaco fez uma interpretação minimal dos poderes constitucionais atribuídos ao Chefe do Estado, transformando “o Presidente da República” (como costuma falar de si próprio) num tabelião do Governo. Ele, aliás, orgulhou-se disso na recente entrevista que concedeu à RTP.»

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