Numa sociedade perfeita (que, como diz um poema de que gosto muito, é daquelas coisas que não há mas há – existem utopicamente, em pensamento ou ideia), o trabalho e a vida não se opõem. Num sistema demasiado imperfeito, o trabalho está mais perto da morte do que da vida. É nesse sistema que é possível que “uma empresa peça aos funcionários para assinarem documentos a garantir que não se vão suicidar“. E quando nem os monges budistas podem ajudar, o melhor é colocar umas redes para travar as quedas.
Sem rede
discutindoopinioes,

E o incrível é que a empresa limpa-se dizendo que a percentagem de suicídios dos seus funcionários corresponde à percentagem média dos jovens chineses. Nada de preocupante, portanto.
Inacreditável.