Se tiverem mais de 15 anos


jmmcc,

Tão atentos, tão aplicados, estes. Se não fosse o bafo, até dava gosto. Em breve hão-de começar a perceber a diferença entre gralha e erro, entre bem e bom, entre casa de chá e casa de pasto, entre vida e morte, entre criança e soldado. etc. Se tiverem idade, ainda acabam por conseguir passar do 8.º para o 10.º ano.

19 comentários em “Se tiverem mais de 15 anos”

  1. A morgadinha ainda não tem muita certeza do que diz, ainda teve de ir buscar, nada mais nada menos, do que o ” mais genial bloger portuguès”, ora o que é deveras subjectivo.

    Eu tenho dois blogs por geniais e o que a morgadinha indica não é nenhum deles.

    1. Pronto, já li, já sei o que se passa! É evidente que ninguém está imune a gralhas e erros, e eu tanto ou menos do que qualquer pessoa que escreve. Já expliquei aqui que só me meti nesta empreitada – que me diverte, admito – por ter lido no 5 Dias que nós, aqui no Delito, não sabíamos escrever. Mas seria útil, já agora, que a senhora dos Canaviais especificasse os erros e gralhas que me aponta nos posts que destaca, como eu fiz em relação ao texto do seu colega de blogue. Estarei pronta a dar a mão à palmatória, erro por erro e gralha por gralha, se achar que ela tem razão.
      Pode ser, senhora Morgada?

    1. Pedro Correia, que azar. Já agora podia-lhe ter saído “5 Tias”… e era perfeito! Porque aqueles são umas Tias autênticas – que as há na esquerdalhada e não sou poucas -, do género faca na liga e pé descalço.
      Têm aquele arzinho que sabemos, aquela auto-satisfação característica, aqueles muros de berlim mentais, e, como todas as Tias, as suas obras assistenciais…
      Alguns deles eram tão Tias, tão Tias, que até se pegaram e foram para a concorrência. Consta que a guerra foi feia e se arranharam muito com os piercings e as botifarras, para não falar na arrancada geral dos cabelos de Zwinky (as barbies que operam nas casas de pasto).

      1. Olhe, “mi vou” porque não me dou bem com baforadas.
        Os tipos só querem holofotes e a minha mãe, invocando a sabedoria popular, sempre me disse para não discutir com imbecis porque corro o risco de descer ao nível deles e, aí, ganham-me em experiência. Senão era assim, era qualquer do género.

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