«Este relatório relativo ao ano de 2006 não teve por hora a reacção que se impunha (…)»
«(…) embora o aumento em Portugal tenha sido sempre, desde 1995, superior há média europeia.»
(Dois excertos, apenas dois, do relatório Saúde – Sustentabilidade com Qualidade, do PSD – Instituto Francisco Sá Carneiro, Julho/2009.)

Não sei se a saúde é sustentável, mas língua, assim tão maltratada, não é com certeza. Caramba, não haverá revisores para os relatórios oficiais?
Revisores? Parece que à… mas mudam de ora a ora.
Hora bolas, assim não à hipóteses de acertarem.
Este relatório deve ter saído a uma ora tardia, pelo que por hora, ainda não havia a reacção que se impunha. E quanto ao resto, é como lá diz o ditado, «De ora a ora Deus melhora», hora, hora!… Por isso o aumento foi sempre superior há media europeia (ainda há disso??).
Isto, sim, na verdade, é o que se chama “sustentabilidade com qualidade”!…
E pensar que o Sá Carneiro tem o seu nome ligado a coisas destas… A sua memória merecia muito melhor, na verdade.
Merecer melhor, merecia. Mas não à quem fassa…
João, será que para um hipotético governo PSD já existe ministro da educação? O próprio presidente do instituto, Alexandre relvas…
Ministro da Educação? Alexandre Relvas há vista!!!
Anda o ministro Ribeiro, de zagalote em riste, à caça das consoantes mudas e estes laranjinhas a semeá-las onde não devem. Se isto é a «elite» do PSD, mal por mal prefiro o rebotalho…
O Ribeiro diz que já não à consoante que aguente.
Mas que pessoal tão ‘propênsico’ ao agá! Aja Deus, porque, a acção do homem não é suficiente para ensinar a escrever.
Haja Deus e novas oportunidades a português…
:)))
Pois que haja. E que aja.
Só encontrou esses dois…?
Confesso: faltou-me pachorra para voltar ao início e ler de fio a pavio…
Desconfio que foi escrito por um engenheiro (os engenheiros que me perdoem), vejo cada coisa no meu dia a dia profissional que dava um livro … nem imaginam!
Deve ser acordortografiquês técnico.
João, estes tipos escrevem mesmo com os pés. Além do que assinalaste, o «relatório relativo», embora sem erros, merecia pelo menos um sublinhado; já para não falar do «sempre, desde 1995»…
Exactamente, António. Podem limpar as mãos à pare… perdão… há parede com esse «relatório relativo».
Oh, oh… não têm revisores?
Revisores? Parece que à… mas mudam de ora a ora.
Ei-de ler isso.
Hé bom que o phaças.