Eu falava de umas coisas que saiam dos lados, a indicar a direcção para onde se ia virar. Talvez seja disso que falas também, mas acho que não era do vidro de trás.
Hehe… Que bagunça essa… Essas coisas (que ficavam com uma luz quando saíam dos lados, mas que não piscavam) chamavam-se setas. O vidro traseiro do carro que está na ilustração vê-se que é oval. Os modelos com o vidro oval ainda não tinham piscas – tinham setas. Os piscas aparecem no modelo seguinte (a partir de 1956 ou 1957), cujo vidro traseiro passa a ser muito mais amplo (alteração que se tornou definitiva). Acho que agora me fiz entender.
O problema não é teu, tu fazes-te entender até muito bem. Eu é que não pesco nada do assunto, sou uma carochoexcluída…
As setas de mudança de direcção eram da época, não eram exclusivas dos ‘Carochas’. Esqueci-me foi de te fazer um desenho…
Aqui fica aqui mais uma vez bem demonstrado como a língua portuguesa é muito traiçoeira. Ainda bem que há carochas holandeses para pôr um ponto de ordem na situação…
Estes tinham mesmo “orelhas”-piscas, não era? Ou este modelo já não tinha?
Sim, sim. Pelo vidro traseiro oval, tinha orelhas-setas, se é isso que querias dizer.
Eu falava de umas coisas que saiam dos lados, a indicar a direcção para onde se ia virar. Talvez seja disso que falas também, mas acho que não era do vidro de trás.
Hehe… Que bagunça essa…
Essas coisas (que ficavam com uma luz quando saíam dos lados, mas que não piscavam) chamavam-se setas.
O vidro traseiro do carro que está na ilustração vê-se que é oval. Os modelos com o vidro oval ainda não tinham piscas – tinham setas. Os piscas aparecem no modelo seguinte (a partir de 1956 ou 1957), cujo vidro traseiro passa a ser muito mais amplo (alteração que se tornou definitiva).
Acho que agora me fiz entender.
O problema não é teu, tu fazes-te entender até muito bem. Eu é que não pesco nada do assunto, sou uma carochoexcluída…
As setas de mudança de direcção eram da época, não eram exclusivas dos ‘Carochas’. Esqueci-me foi de te fazer um desenho…
Aqui fica aqui mais uma vez bem demonstrado como a língua portuguesa é muito traiçoeira. Ainda bem que há carochas holandeses para pôr um ponto de ordem na situação…
Esses, como têm orelhas, põem-se à escuta.