… os maiores répteis do mundo, os crocodilos de água salgada, são maus nadadores e percorrem grandes distâncias pelos oceanos? Pois é verdade, conforme ficou demonstrado por estudos concluídos recentemente, através de sonares e de acompanhamento por satélite. Só não se confirma que a pele deles sirva para fazer as célebres t-shirts espalhadas por todo o mundo.
O crocodilo dos estuários ou de água salgada (Crocodylus porosus) atinge os sete metros e pode pesar uma tonelada, mas é fraco nadador. Contudo, cruza mar aberto (sobretudo, em zonas tropicais) sempre junto à superfície, aproveitando as correntes marítimas que o ajudam a percorrer distâncias consideráveis feito “surfista”. Muito feroz, vai dando conta de tudo o que encontra pelo caminho, mesmo o que não consegue comer. Devora até tubarões e ataca embarcações, durante as suas viagens pela Índia Oriental, Sudeste Asiático, Norte da Austrália e imensas ilhas e arquipélagos por todas essas regiões.
Ao contrário das tartarugas marinhas e apesar de passarem a maior parte do tempo em água salgada, estes predadores monstruosos não podem ser considerados répteis marinhos, porque deixam o mar para procurar alimento e água. Os “lacostes” mais vaidosos parece que aproveitam essas incursões em terra firme para ir aos centros comerciais arranjar uma t-shirt com um homenzinho ao peito.


Faz-me lembrar aquela muito conhecida anedota do tempo dos sovietes … “voa voa mas é muito baixinho”…
:))
É como este: nada, nada, mas é muito chatinho. E esfomeado.
Pois é. Por outro lado sempre embirrei com os lacostes, sou fã dos fredperrys…:)))
Ora aí está mais uma coisa em que nos entendemos perfeitamente.
Calculei que sim.
:))
Hum…
:o)
Olha que (mais) dois!
:))))
Eheh…
(Mais descansadinha ou quê? Anda a fazer muita falta por aqui.)
Muito interessante esta incursão pelo mundo animal, eu que o achava mais ” carros “…
já percebi que o que o animal gosta mesmo é de se deixar levar pelas correntes…é um preguiçoso isso sim…
claro sem faltar o apontamento engraçado das t-shirts com homenzinhos ao peito – um must…
É que os carros estão pela hora da morte.
:o)
ah ah ah , nada como um crocodilozito destes, muito mais em conta João…;)
Um lacoste em promoção é bem melhor que uma prancha de ‘surf’…
Muito curioso este teu post que, no entanto, me pôs a pensar que por cá também temos algumas espécies muito semelhantes. Senão, vejamos:
Maus nadadores há-os por aí aos centos, que não sabem nadar nem para onde vão, nem, tão pouco, em que águas navegam;
Metem-se às cegas a mar aberto, sempre confiantes de que alguém lhes há-de estender uma tábua de salvação, e assim sempre tem acontecido;
Muito ferozes, comem tudo o que estiver pela frente, como por exemplo taxas, comissões em obras públicas, impostos elevadíssimos e, imagine-se, até algumas insconstitucionalidades, inclusive impostos retroactivos;
Mesmo de barriga cheia, atacam sem aviso os pacatos contribuintes, estendendo-se a sua área de acção desde o Minho ao Algarve e até aos arquipélagos da Madeira e Açores, onde já foram vistos a atacar algumas baleias e cachalotes.
Como vês, duas espécies que vivendo nos antípodas, têm hábitos predadores muito semelhantes…
Só que os nossos são feitos à pressa e salta-lhes o verniz num instante. Não sabem caprichar, falta-lhes requinte e nunca usaram uma ‘t-shirt’ com um contribuintezinho ao peito.
É verdade. Falta-lhes “savoir-faire” (pelo que nunca poderão ser Lacoste) e, não, não me parece que lhes possa saltar o verniz, pela simples razão de que nunca o tiveram… Quanto às camisolas, parece que já as encomendaram na feira e têm realmente um contribuintezinho estendido ao comprido, todo roto, espezinhado, com uma boca muito grande e a dizer, lembrando a conhecida anedota: “o contribuinte está f…….” (falido…)
Também acho. Vão-se falir…
…que, aliás, se reparares bem na fotografia, é exactamente o que ele está a dizer quando lhe contaram que todos os que tivessem boca grande estavam tramados…
Pois… Com uma boca assim resta-lhes comer a avozinha. E já não é mau.
Não, João, eu não sabia nada sobre os crocodilhos do mar. Eu só conheço crocodilhos de rio como aqueles que vi, há muitos anos, no rio Chiloango, em Cabinda e bem mais pequenos do que os “lacostes” (esses monstros) “vaidosos”.
Não, comigo ao peito, não andarão. Eu nunca andei com eles ao peito. Não lhes devo nada e nem gosto deles.
A contruinte(zinha)
Maria Ema
:))
Ainda bem. Resistir até ao fim. E cheira-me que o fim está próximo…
Gostei da viagem proposta pelo João, mas também apreciei a sua alusão à outra espécie por todos nós conhecida… De facto, com um apetite voraz, molestam sem piedade os pobres contribuintes.
Basicamente.
:o)
Obrigado, Sílvia, e tenha muita atenção a estes bicharocos que estão verdadeiramente a infestar (ou a infectar?) a nossa terra. «Eles comem tudo, eles comem tudo, eles comem tudo e não deixam nada»…
;-))
Deve ser infectar. Parece que depois do Verão vem aí a gripe dos crocodilos.
E não é que acredito! Depois do Verão passa a anestesia do calor, do mundial, das férias e tudo pode acontecer… até a gripe dos crocodilos. E temo que bem pior que a outra, a A…
Muito pior. Têm muito mais dentes do que as aves.
Eheh…
(Gargalhada não sonora…convém!)
Muitos mais dentes…eheheh.
Há que tomar as devidas precuções e lançar o anti-pec (leia-se programa de implementação da espécie crocodílica)… (Lol)
:o)
Hum… Acha que estão a tratar da vacina? Oops! que ideia esta, ainda a aproveitam para mais uns milhõezitos à custa dos mais cautelosos… Eheheh…
Parece que o orçamento para a Saúde até Dezembro já foi levado pelos crocodilos.
Não me diga João. Coisa estranha…
É a vida, como dizia o outro.
Cheia de surpresas. Valham-nos as boas…
Então aproveitemo-las, que não abundam.
E depois há aqueles que fazem blogs!
PS: Não gosto da roupa.
Entendo, meu caro. Para viajar, os melhores são os ‘low cost’ marinhos…