
… o Centro de Conferências RBS Williams F1, construído numa vasta propriedade em Grove, Oxfordshire (Inglaterra), a meio caminho entre Londres e Birmingham, tem uma exposição permanente de Fórmula 1? Pois tem: além das possibilidades que uma estrutura desta natureza sugere, tem vários bólidos de Grande Prémio das mais de três décadas do Team Williams, fundado em 1977 por Sir Frank Williams and Patrick Head.
Até tem mais: tem um restaurante-buffet e um anfiteatro que se chamam "Estoril", a lembrar os tempos em que o velho autódromo português ainda não tinha sido desleixado.
No relvado junto à entrada do Centro de Conferências, o corte dos arbustos não podia ser mais sugestivo. Por ali, parece que até o jardineiro é especial de corrida.




Pois muito nos conta, João… eu não sabia. Mas sou menino para lá dar um pulo quando estiver para aquelas paragens. Agradecido pela dica.
Depois diga qualquer coisa, Mike.
Bom local para onde mandar o jardineiro da Torre de Belem fazer um estágio.
Assim o queira o seu chefe.
O PM.
É uma ideia.
Aprecei muito , João, essa alusão bucólica à formula 1 – a contrastar com a crueza do post abaixo eheh …João, a sério, o Jardim é um mimo… Quanto ao desabafo não me contive…;))
(mulher séria não tem ouvidos, naquele caso ouvidos – logo hoje que enviei uma msg ao Pedro para ser reenviada ao Luis M. Jorge, ele aparece naqueles preparos hehe)
Emenda: naquele caso “olhos”…
Uma vez não são vezes, não é?
João, claro, não veja o meu comentário uma censura. Não é um estilo que aprecie – quando banalizado – mas desta vez, naquele contexto, achei graça…
Também acho o mesmo.
Pronto, aqui está a explicação da Williams já não ser há muitos anos uma das líderes da F1! Em vez de se dedicarem a 100% ao desenvolvimento dos carros, dedicam-se é muito à jardinagem… Além disso, a avaliar pela cor, este ‘bólide’ até nem será um Williams. Seré que é o novíssimo T 127 que a Lotus se prepara para estrear no novo mundial de F1? Hehehe…
O carro é do Sporting: especial de corrida, mas está muito verde…
Ah, esqueci-me de responder-lhe, João : eu não sabia da existência desse espaço…. Mas, também se soubesse, devido estado de “choque”, de tanto rir. já teria esquecido.;))
(O post “A entrevista” no meio dos seus dois inocentes post é o máximo – tipo sandes mista)
Hehehe…
Que eu saiba o autódromo do Estoril não foi desleixado. Continua operacional e há lá corridas e treinos.
O que acontece é simplesmente que esse autódromo perdeu competitividade devido à globalização.
Quanto ao autódromo, foi desleixado, sim, naquele triste ano em que precisava urgentemente de obras que já deviam ter sido feitas muito tempo antes e em que garantia que seriam cumpridas as adaptações exigidas pela FIA. Não cumpriu e perdeu a Fórmula 1.
Quanto a si, ainda um dia hei-de vê-lo entrar numa caixa de comentários sem ser para contrariar o que leu. Muitas vezes sem grande razão.
A Williams é a minha equipa favorita do universo da F1, muito por culpa da dupla que a gere o Patrick Head e o carismático Frank Williams. Nunca fui ao museu mas, tenciono colmatar essa minha falha num futuro que espero seja próximo.
Oxalá. Não se esqueça de vir depois contar-nos.
Já agora, peço-lhe que apresente os meus cumprimentos a Sir Frank. Hehe…