A candidatura de um campo de golfe inexistente à Ryder Cup, patrocinada pelo ex-ministro Manuel Pinho, que antes deu uma “mãozinha” ao programa “Allgarve”, deverá ser objecto de escrutínio público, quer pelos largos milhões envolvidos, quer pelos interesses subjacentes à escolha da Comporta.
O país já tem demasiados elefantes brancos e normalmente quem paga por eles acabam por ser os contribuintes. A não ser que desta vez tenham mesmo descoberto petróleo na península de Tróia e ninguém queira confirmar o facto por causa do PEC.

É o regresso aos fantásticos estádios de futebol que ainda estamos a pagar.