Fernando Faria de Oliveira, actual ‘chairman’ da CGD, vai substituir António de Sousa à frente da Associação Portuguesa de Bancos.
A decisão de não renovar o mandato de António de Sousa terá sido tomada há cerca de um mês, uma vez que o responsável quer concentrar-se na actividade da ECS Capital – Sociedade Gestora de Fundos de Capital de Risco – que tem vindo a ganhar dimensão nos últimos tempos.
Porque será que na banca nunca há surpresas e apenas rotatividade?!

Olá, Helena. Peço-lhe que não publique o meu comentário.
Eu tenho uma dúvida com o uso de “porque” e de “por que” (Em algumas situações, nunca tenho a certeza se é porque ou por que). Penso que no caso da sua pergunta é por que (por qual razão). Não leve isto como crítica negativa, até porque eu ainda tenho muito a aprender, nesta matéria. Beijinho.
Cristina Silva
Ó minha querida Cristina, tive que publicar. Neste blogue como no Fio de prumo gosto que me corrijam. E nunca levei a mal. É sinal que me lêem com atenção.
Aqui é uso o porque como se fosse “qual será a razão que leva a que” e julgo que estará certo. Mas só nos pode valer a nossa querida Ivone Costa para esclarecer quem está certa.
E, por favor, não deixe de me corrigir sempre que eu estiver errada ou que eu lhe levante dúvidas, amiga!
O Corporativismo é endémico na nossa Cultura.