Rosa Lobato de Faria
(20 de Abril de 1932 – 2 de Fevereiro de 2010)
Menos um espírito livre neste país, que tanto precisa deles.
Rosa Lobato de Faria
(20 de Abril de 1932 – 2 de Fevereiro de 2010)
Menos um espírito livre neste país, que tanto precisa deles.
Tens toda a razão, Ana.
Hoje fazia anos a minha mãe, se fosse viva. Impressionou-me também por isso.
Beijinho, Ana.
🙂
Obrigada, Maria do Sol. Sempre querida.
🙂
Concordo absolutamente convosco. E através deste espaço envio à família enlutada os meus sentidos pêsames Soube agora mesmo do falecimento.
Mas vá a rosa para onde for, terá um lugar de destaque à espera.
Acho que terá, sim. Mereceu-o, pelo menos.
Ana
É toda uma geração que se vai, Ana…
E com eles… momentos culturais, a beleza simples e concreta, a poesia e tudo o que nos eleva…
E o humor, Ana, o humor inteligente e subtil…
Não sabia que ela estava hospitalizada e fiquei atordoada com a notícia. E triste.
Também eu, Fugi.
também fiquei triste..
Uma Senhora que tive o privilégio de conhecer. Subscrevo o teu ‘post’, Ana. É mais um espírito livre que se apaga.
E um português correctíssimo na sua escrita; delicado, cuidado, quase poético.
Verdade. Poético, mesmo, e muito correcto. A Rosinha foi poupada ao (des)acordo ortográfico…
Pela parte que me toca, vou prestar-lhe homenagem estando em “desacordo”, tenho pena é de não conseguir ser correcto.
Esta Rosa, transformou-se em Estrela.
É mais Uma a iluminar-Nos o caminho.
Uma triste notícia da qual só agora estou a tomar conhecimento.
Lembro-me dela numa das muitas colaborações com o Herman a falar “neste meu ar de Condensa”.
Uma Senhora, algo que vai rareando, capaz de momentos de grande intensidade interpretativa e de momentos de humor perfeitamente hilariantes.
Portugal e os portugueses ficaram mais pobres.
A Rosa estará sempre no nosso coração e no nosso pensamento. Era uma Grande Flor.
Sentidos pêsames a toda a família.
Ana, acabei de rever o tributo que em 2005 Júlio Isidro no canal da RTP1 lhe prestou. Bonita homenagem – vê-la hoje, depois da sua morte, foi ainda mais comovente . A “Rosinha” – como os mais íntimos a chamavam – estava radiante, cheia de vida, com tantos projectos…Reconfirmei a “delicadeza” de ser humano que ela era – no fim agradece o tributo a todos os presentes e ausentes – sem se esquecer de nomear as pessoas que a maquilharam, pentearam e trataram do guarda roupa – apreciei muito…Grande perda – grande dor para a família e todos os que a estimavam…Sinto muito.
Um beijinho para si Ana.
Tem graça, Maria, estive com ela justamente num programa do Júlio Isidro na RTP1, mas em 2007.
Outro para si, Maria.
🙂
Terá sido o mesmo, se calhar vi mal a data, aliás não reparei na data fiz só contas – fazia 10 anos que ela tinha editado o seu primeiro romance. Estiveram lá : o seu editor, Manuel Valente, filhos, alguns netos, a Mísia que cantou o fado ” Conjugar Lisboa” uma letra belíssima que eu não conhecia, Rita Blanco , mais uma actriz que agora não me lembro o nome e, porventura, outros que não sei por não ter acompanhado do início… Muito interessante é natural que repita.
Por pouco não a vi..;)) Ana enviei-lhe uma msg para o endereço do “Porta do Vento”.
Não foi nesse que estive, Maria. Foi num outro, que comemorava o Dia Mundial da Poesia, dois anos mais tarde. Estavam também o Víctor de Sousa e uma actriz (já não me lembro quem era).
(e obrigada pelo presente!)