Por cá não havia dessa poluição, até que uns filhos de uns governantes, que por certo, estão nas belas artes, apareceram pelas ruas a pintar em tudo o que estava “sem dono” e em tudo o que os “lambe botas” autorizam a que se projecte tão bela forma de arte, enfim, chamaram à aberração: “festival de arte urbana” Esquecem estas cabecinhas, que para além de estarem pagando esta gente com dinheiro do estado, estes pseudo-artistas estão-se nas tintas para arte enquadrada no meio. Antes pelo contrario, ignoram o que quer que isso seja e pintam autenticas loucuras não mais do que visões estúpidas geradas por AX nas suas cabeças infantis onde os neurónios são uma espécie em vias de extinção. Fumam em pela via pública e até deitam-se nos passeios a contemplar a “mecha” como se fossem donos e senhores da coisa. Estes governantes esquecem ainda, que vão gastar muito mais para limpar a porcaria que esta feita e a que vem aí, saída das mãos de residentes (macacos de imitação) que também , já vão começando a obrar com tinta. Fazer o quê, com estes génios?
Pois, mas que estas coisas estão classificadas como “arte”… Enfim: Olha filho, o papá vai desbloquear uma verba, convidas os teus colegas de turma a organizar um encontro (de malta pacifica e de preferência com rastas) Divertes-te com eles durante as férias de verão e ganhas um belo dinheiro. Depois, o pai não pode adiar mais isto, tens de aprender a gerir a tua vida e a ganhar o teu próprio dinheiro. Ah, as tintas e o que mais precisares, compra ali na loja do meu amigo marquês, já tratei com ele.
Não me parece, de todo, que se trate de qualquer triangulação amorosa. São pessoas diferentes com a mesma caneta. E se digo não haver triangulação é porque o romance me parece demasiado cinzento e arrumadinho para fazer supor capacidades mais fantasiosas. Estou a vê-los a bocejar a um canto… nã, aqui não há fogo.
Terá sido escrito pelo Marco Paulo?
Talvez. Se uma for loira e outra morena…
Por cá não havia dessa poluição, até que uns filhos de uns governantes, que por certo, estão nas belas artes, apareceram pelas ruas a pintar em tudo o que estava “sem dono” e em tudo o que os “lambe botas” autorizam a que se projecte tão bela forma de arte, enfim, chamaram à aberração: “festival de arte urbana”
Esquecem estas cabecinhas, que para além de estarem pagando esta gente com dinheiro do estado, estes pseudo-artistas estão-se nas tintas para arte enquadrada no meio. Antes pelo contrario, ignoram o que quer que isso seja e pintam autenticas loucuras não mais do que visões estúpidas geradas por AX nas suas cabeças infantis onde os neurónios são uma espécie em vias de extinção. Fumam em pela via pública e até deitam-se nos passeios a contemplar a “mecha” como se fossem donos e senhores da coisa. Estes governantes esquecem ainda, que vão gastar muito mais para limpar a porcaria que esta feita e a que vem aí, saída das mãos de residentes (macacos de imitação) que também , já vão começando a obrar com tinta.
Fazer o quê, com estes génios?
Bastaria obrigar esses imbecis a limpar o que sujam para o problema ficar resolvido.
Pois, mas que estas coisas estão classificadas como “arte”… Enfim: Olha filho, o papá vai desbloquear uma verba, convidas os teus colegas de turma a organizar um encontro (de malta pacifica e de preferência com rastas) Divertes-te com eles durante as férias de verão e ganhas um belo dinheiro. Depois, o pai não pode adiar mais isto, tens de aprender a gerir a tua vida e a ganhar o teu próprio dinheiro.
Ah, as tintas e o que mais precisares, compra ali na loja do meu amigo marquês, já tratei com ele.
Esfregona e detergente também podem ser “arte”.
Não me parece, de todo, que se trate de qualquer triangulação amorosa. São pessoas diferentes com a mesma caneta. E se digo não haver triangulação é porque o romance me parece demasiado cinzento e arrumadinho para fazer supor capacidades mais fantasiosas. Estou a vê-los a bocejar a um canto… nã, aqui não há fogo.
Eu acho que é um bilhar às três tabelas. Que pode terminar em bilhar de bolso.
🙂