Ah, aqui está todo o açucar do Brasil num largo com um nome a condizer. Se calhar foi o próprio Chico que escreveu isso, mudando o z para s por simpatia com os portugueses…
Confesso-lhe a minha desilusão pelo teor repetitivo e pouco original dos graffitis que tem fotografado e postado. Lisboa e arredores são um mundo que a sua vista e os seus cliques ainda não alcançaram. Sugiro-lhe que se esmere e que nos traga umas pérolas que existem por aí. Talvez os meus ohos de forasteiro alcancem mais.
… e logo te conquistou, com o seu ar de trocista. Mas tu, bela Teresinha, não te deixaste iludir. Sacaste a cabeleira e baixaste a calcinha, obrigaste o primeiro a fugir.
Será; que se ela não tivesse “inha” mesmo assim, ele a adoraria?
(quem me disse a mim, que foi um “ele” que escreveu a frase dirigida a uma “ela”?
Comentário digno de Dom Casmurro.
Ah, aqui está todo o açucar do Brasil num largo com um nome a condizer. Se calhar foi o próprio Chico que escreveu isso, mudando o z para s por simpatia com os portugueses…
Pois, o Machado. E quem escreveu isto não parece nada maçado.
Confesso-lhe a minha desilusão pelo teor repetitivo e pouco original dos graffitis que tem fotografado e postado.
Lisboa e arredores são um mundo que a sua vista e os seus cliques ainda não alcançaram. Sugiro-lhe que se esmere e que nos traga umas pérolas que existem por aí.
Talvez os meus ohos de forasteiro alcancem mais.
Hum, Cardos: por esse comentário deduzo que o seu verdadeiro nome não é Teresinha.
Eu também.
Old loves die hard, Sérgio.
E alguns nunca morrem, se Deus quiser.
A bela expressão idiomática inglesa, a meu ver, já indicia isso. Que assim seja.
O primeiro me chegou, como quem vem do florista..
… e logo te conquistou, com o seu ar de trocista.
Mas tu, bela Teresinha, não te deixaste iludir.
Sacaste a cabeleira e baixaste a calcinha, obrigaste o primeiro a fugir.