É preciso uma nova revolução, garante Otelo. OK, pá. Mas, considerando que desta feita a questão da liberdade não se põe (a menos que a ideia seja acabar com ela e implementar a versão de esquerda dos famosos seis meses sem liberdade de Manuela Ferreira Leite; e, claro, quem diz seis meses, diz seis anos) e que até já cá temos o FMI (da outra vez só o chamámos ao fim de quatro anos), é preciso uma revolução para quê?
Revolução
escafandro,

Revolução, jaa.
Força. Eu já estou velho para revoluções. Mas houve uma época em que era uma por minuto.
(Onde é que terei posto o disco?)
Para uma contra-revolução, quiçá??? É que com este Governo em epistemológica auto-negação, sem rumo aparente e obstinadamente crente na redenção pela carnificina; com uma oposição em autoflagelação permanente, sem se apresentar verdadeiramente credível como alternativa e com um Presidente da República encantado com as virtudes do facebook como exercício catártico só nos resta mesmo uma Revolução para se criar a ilusão de que é possível mudar a natureza humana.
Mas o que deveria a oposição fazer para ser credível? Note-se que temos dois partidos no Parlamento e mais uns quantos fora dele que defendem a renegociação da dívida. Por que é que ainda há pouco mais de um ano as pesssoas não votaram neles? Por que é que as sondagens continuam a não lhes dar maioria? Se a revolução é para impor as ideias que eles defendem só poderia ser uma revolução para diminuir a liberdade de escolha das pessoas.
“uma Revolução para se criar a ilusão de que é possível mudar a natureza humana”
Aqui estamos de acordo.
A questão da ausência de credibilidade da oposição, em particular aquela que orbita fora do grande centrão, é de certo modo explicada pela heurística de ancoragem, ou seja, a aversão natural do ser humano à mudança e à excentricidade, traduzida estatisticamente por uma distribuição Gaussiana em torno do consenso. Nunca esperaria que estes partidos “marginais”, designadamente, PCP + PEV, BE e CDS/PP constituíssem uma alternativa de governação a não ser através do voto de protesto, numa situação extrema de desagregação social.
A ditadura não exclui a liberdade. Assim como a democracia não implica, por si só, a liberdade. Basta ver a democracia portuguesa e pensar nas decisões que ninguém democraticamente decidiu – no sentido de uma decisão consoante as regras e em liberdade informada quanto às escolhas.
Em Portugal, a democracia está, em muitos sectores, e sem grandes protestos, posta de lado.
Dito isto:
O que disse Doutora Ferreira Leite, é um problema conhecido (e relevante numa democracia séria) apresentado de uma forma irónica. E a ironia reside precisamente em que não é possível governar sem democracia, pelo que há o trabalho de convencimento das medidas impopulares e difíceis.
Creio que todos ganharíamos se não se acrescentasse à crise económica a da honestidade intelectual.
Manuela Ferreira Leite falou, de facto, em seis meses sem democracia e não sem liberdade (escrever de uma assentada sem ir verificar dá nisto). Mas, se liberdade e democracia não são a mesma coisa, para efeitos práticos, também não são muito diferentes. Em ditadura, há liberdade para fazer algumas coisas mas não para, por exemplo, dizer o que Otelo está a dizer. Com todos os seus defeitos, a democracia é o melhor balanço entre liberdade e ordem (no limite, liberdade total para toda a gente equivaleria a anarquia e, por conseguinte, a muito pouca liberdade para os mais fracos). Em Portugal, eu preferiria um Estado mais pequeno, que não se metesse tanto na vida dos cidadãos e cujas boas graças não fossem indispensáveis para fazer negócio em muitos sectores – mas não creio ser essa liberdade que Otelo defende. E depois as pessoas foram, ao longo dos anos, votando nos partidos que lhes prometiam que, com mais Estado, teriam mais protecção. Foram enganadas? Talvez; eu acho que se quiseram deixar iludir – que foram vítimas e culpadas. De qualquer modo, será que neste momento ainda não perceberam o que se passa? Há um ano e pouco votaram nestes partidos e não nos que defendem que se rasgue o memorando. Ainda agora, as sondagens não indicam que votassem maioritariamente no BE, no PC ou na miríade de outros partidos que defendem mais ou menos o mesmo. E têm liberdade para o fazer. O que é que uma revolução viria acrescentar a isto? Apenas impor a visão de uma minoria ao voto expresso de uma maioria.
a questão da Liberdade não se põe ? de que Liberdade se trata? somos livres? realmente livres? tendo em consideração o que se passa actualmente no País…não me parece…se fôssemos realmente livres esses “senhores” que nos governam já tinham ido à vida, ido a banhos, em Paris.
Herculano: para não me estar a repetir, por favor leia a minha resposta ao comentário anterior.
Os revolucionários precisam da impressora de moeda, sem isso são corridos – eventualmente a precisarem de assistência médica- pelos revolucionários que vêm a seguir.
A primeira coisa que um revolucionário precisa de fazer é tirar o euro/dólar da circulação, só assim tem poder, isso só se faz com mortos, muitos feridos e claro serem competentes os suficiente para porem a Casa da Moeda funcionar.
Acho que devemos agradecer paradoxalmente à mediocridade da educação publica o falhanço certo de qualquer aventura revolucionária.
Não são apenas os revolucionários mas todos os incompetentes e demagogos. A questão é saber se vale a pena lutar contra isso. Por cá e em democracia, ninguém conseguiu fazer passar a mensagem da necessidade de controlo orçamental como condição para o enriquecimento sustentado. Aliás, imaginemos que o plano de ajustamento corria bem. Em 2015 (que até é ano eleitoral), as vozes clamando pela reposição dos cortes entretanto efectuados seriam ensurdecedoras. Se, com ou sem ‘regra de ouro’, fossem ouvidas, depressa estaríamos outra vez em dificuldades e com credibilidade menos que zero junto dos países e instituições que nos teriam de emprestar dinheiro novamente. É por todo este conjunto de riscos (mais os associados à Grécia e a Espanha e a Itália) que eu acabo por achar que não vamos conseguir o ajustamento dentro do euro – o que significa uma tremenda oportunidade perdida e o regresso à vidinha pobre de sempre mas também uma situação em que não arrastaremos outros sempre que tivermos problemas nem nos poderemos desculpar com eles.
Olhe que não nos safamos com isso. Mas não nos safamos mesmo. É bom que os portugueses entendam os sinais e não se ponham a projectar fantasias.
Portugal violou o pacto de estabilidade e crescimento TRÊS vezes em dez anos: em 2001, em 2005 e depois de 2008. Mais nenhum país teve tal comportamento, se bem que a Grécia aldrabou as contas públicas durante tanto tempo, que não chegamos a saber se alguma vez o cumpriu verdadeiramente…
É por causa deste desiquilíbrio constante nas finanças públicas portuguesas que a “Europa” quer impôr que a consolidação orçamental se faça em 2/3 do lado da despesa, para obrigar a baixar a despesa estrutural para níveis que não obriguem o país a endividar-se exageradamente de novo quando conseguir alguma folga financeira. Mas mais uma vez se nota que os portugueses não interiorizaram que não lhes será permitido voltar ao tipo de gastos anteriores, sob pena de expulsão do euro. Os instrumentos legais nessa altura já estarão em vigor e nada poderemos fazer contra isso, especialmente se Portugal for um caso isolado.
Os portugueses não podem continuar iludidos quanto à Europa. Decidam como entenderem, mas não sob pressupostos errados!
Lionheart :
Certo. Ainda assim, eu duvido que esses instrumentos legais consigam impedir excessos. O que gerará penalidades e tensões constantes e, mais tarde ou mais cedo, talvez a saída do euro. Não se entenda com isto que acho a saída do euro a melhor solução a longo prazo. Só que já perdi as esperanças de, por um lado, os políticos (por culpa própria mas também da Constituição e da pressão dos treinadores de bancada) conseguirem tomar as medidas indispensáveis para lá permanecermos (cortando a sério no peso do Estado e aliviando tanto quanto possível os custos sobre as empresas, em especial as que fazem entrar dinheiro no país) e, por outro, a população (aqui como noutros países) entender que os esforços são mais visíveis por esta via mas não deixariam de existir por qualquer outra. Isto não impede, obviamente, que nos fosse útil um período de ajustamento mais prolongado e uma redução do nível de juros. Mas não é com uma revolução que os conseguiremos.
Concordo. Se bem que depois do “pau”, a Alemanha agora esteja agora a acenar com a “cenoura”, como se vê com a recente ofensiva mediática de Merkel no Sul da Europa, e com as promessas de investimento alemão na periferia e com o estímulo ao consumo alemão, para dar um impulso às exportações dos países endividados. Depois de impôr a sua agenda, a Alemanha dá uma “ajuda” aos países que não podem estimular o crescimento sem ser pela via da procura externa.
Vamos ver se isto é consistente e quem é que tem pedalada…
Ela precisava de dar tempo aos bancos alemães para se recomporem (o que – antes que apareça por aí alguém a achar isso uma indecência – é perfeitamente normal: ela foi eleita pelos alemães para, antes de qualquer outra coisa, tratar dos assuntos deles). Por outro lado, se tivesse dado sinais de fraqueza logo no início ninguém nos países do Sul teria implementado quaisquer medidas de austeridade (três nomes: Sócrates, Zapatero, Berlusconi) ou aceitado incluir limites ao défice e à dívida na legislação nacional.
Talvez a revolução seja necessária por uma razão comezinha, como esta…
«Portugal vai ter mais de três milhões de pobres
Austeridade está a levar à “democratização da pobreza”.
…
O presidente da Rede Europeia Anti-Pobreza afirma que o Orçamento do Estado vai deixar Portugal com “mais de três milhões de pobres. É 30% da população, mas há quem defenda que será mais que isso.
Ninguém arrisca dizer qual o número de pobres que Portugal terá em 2013 porque a Intervenção Social, “será maior do que os indicadores medem”. Mais de três milhões? “É possível”.
…
A novidade desta crise, “é a quantidade de pessoas que estão em processo de empobrecimento, apesar de terem qualificações, habitação própria ou outros níveis de conforto. O pobre já não é o grupo social que gozava de má imagem e a quem todos os pecados eram atribuídos”.»
http://www.dn.pt/
JotaB:
Eu tenho perfeita consciência de que a situação é difícil. Mais: faço parte do pequeno grupo de pessimistas que andaram anos a ver o filme encaminhar-se para um final infeliz. A minha pergunta é: de que forma é que uma revolução melhoraria o estado actual das coisas? Imagine-se que eram convocadas novas eleições. As pessoas teriam liberdade para votar nos partidos que defendem que se rasgue o memorando, que se taxe (mais) o capital, que se nacionalizem os bancos e outras empresas… Acha que o fariam? A revolução seria então para impor a vontade de uma minoria?
Algo terá que ser feito!
Já cheguei aos 65 anos e, também por isso, ainda tenho vontade de lutar para que as coisas mudem.
Sei que sem moeda própria, sem fronteiras e sem tecido produtivo tudo se nos afigura impossível!
Mas o nosso principal problema, a meu ver, são os nossos políticos e as suas políticas. É aí que julgo residir a fonte de quase todos os nossos males.
Não vejo como pagarmos a totalidade da dívida, quanto mais os juros agiotas que nos impõem.
Não podemos é permitir que que isto aconteça:
http://www.youtube.com/watch?feature=pla yer_embedded&v=R_BWnhGK1wc
Porque isto não é um país, é um esgoto!
Mas nós podemos recusar os tais juros “agiotas” – ninguém nos força (como nunca nos forçou) a aceitar o dinheiro. Só que isso tem consequências. E Otelo, como outras pessoas que defendem cortes radicais com os nossos financiadores, preferem não os mencionar.
Sobre a questão da moeda única, por favor leia a troca de comentários imediatamente acima.
O tecido produtivo demora a reconstruir e só é reconstruído se não se inventarem incentivos para manter o satus quo. Repare-se: em 2010, Sócrates injectou dinheiro na economia. O que aconteceu? Ela permaneceu igual (e a dívida pública disparou). Nenhuma empresa muda de sector se não tiver razões fortes para o fazer e nós não precisamos de tantas empresas de construção civil e de imobiliário e até de comércio. A única ideia que, bem ou mal, pretendia aumentar a competitividade das empresas, especialmente das exportadoras, foi torpedeada no ano passado e trucidada há cerca de um mês. Sem medidas alternativas, vai ser mais demorado.
Quanto ao fecho das fronteiras, seria um desastre (para além de nos forçar a sair da UE). Mas, se acabarmos fora do euro, com uma desvalorização de 40% ou 50% (ou mais, depois de o Estado imprimir montanhas de dinheiro para salvar os bancos), vai ser quase como se elas estivessem fechadas porque o preço dos produtos importados se tornará inacessível.
E, lamento, mas as boas intenções não resolvem o que quer que seja. Em parte, foram elas que nos meteram na situação actual. Por exemplo: teria sido preferível não aumentar tanto os salários e especialmente as pensões nos últimos vinte anos mas, porque era “justo”, aumentaram-se, ainda que fosse preciso ir buscar cada vez mais dinheiro à economia. Os resultados estão à vista.
JotaB e as suas ideias é uma das causas do estado em que estamos.
Só olhar para esta pérola:
“Não vejo como pagarmos a totalidade da dívida, quanto mais os juros agiotas que nos impõem.”
A Dívida foi você que pediu, pois aceitou ou nunca se preocupou com o Défice todos os anos e votou em partidos que prometiam o que não podiam cumprir por isso tinham de ir ao mercado arranjar dinheiro. Por isso o Estado Português vendia uns papéis a dizer Dívida Republica de Portugal para poder pagar salários e pensões, uma vez que o caminho para o socialismo assegurava sempre melhores dias.
No caso mais extremo-último ano Governo Sócrates chegou a quase 1/4. Perto de 25% de gastos do Orçamento de Estado era dinheiro pedido emprestado.
É isso que significa 12% de Défice.
Para JotaB estava tudo muito bem. Não tinhamos pobres por causa do dinheiro alheio*.
*Diga-se que uma parte dos compradores de dívida eram instituições portuguesas como a SS, Bancos etc…
Por isso se não quer pagar a agiotas – mostra bem o tipo de pessoa que é ao chamar agiotas a quem foi atrás das promessas do Governo Português – veja bem o que faz à SS, e ao Banco onde tem as suas poupanças ainda vai descobrir que é parte dos agiotas…
Blog POLITEIA : «E a primeira alternativa que temos de pôr em prática é a erradicação da OBSCENA VERBA de mais de 9 mil milhões de euros – que está inscrita no Orçamento de Estado – para pagar o serviço da dívida… tem de ser substituída por uma verba incomparavelmente menor.»
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RENEGOCIAÇÃO DA DÍVIDA
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Há séculos e séculos que o Negócio da Dívida é a mesma coisa:
– sempre que um agiota quer ‘deitar a luva’ aos bens de alguém… o agiota acena com empréstimos… que sabe que não vão conseguir pagar… porque… o agiota ‘trata’ de complicar a vida ao devedor!
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Hoje em dia, mega-agiotas não se limitam a acenar a famílias… eles acenam a países inteiros!
-» Nota 1: a Goldman Sachs chegou ao ponto de camuflar a dívida grega… para que depois… mega-agiotas pudessem deitar a luva a activos gregos (e não só…) a preço de ”’saldos”’!…
-» Nota 2: Mais, a Goldman Sachs chegou ao ponto de colocar elementos seus nas comissões de privatizações!
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—»»» Os Credores andaram a ‘comer’ o Estado português, leia-se, andaram a ‘comer’ os contribuintes portugueses, como OTÁRIOS!!!
De facto, mafiosamente, os Credores complicaram a vida ao Devedor!
Um exemplo:
– quem falou que a dívida estava a crescer demasiado (ex: Manuela Ferreira Leite) foi enxovalhado pelos Media e apoiantes seus foram silenciados (nota: os Media são controlados pela superclasse )… em simultâneo… os Media deram amplo destaque a marionetas/bandalhos: «há mais vida para além do deficit»;
– depois de complicarem a vida ao devedor (leia-se, o Estado português)… eles passaram a cobrar juros mais altos!…
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O CONTRIBUINTE PORTUGUÊS TEM DE REAGIR face às mafiosices dos credores/agiotas!…
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Uma sugestão: Islândia – a revolução censurada pelos Media, mas vitoriosa!
Resumo (tudo pacificamente):
– Renegociação/reestruturação da dívida;
– Referendo, de modo a que o povo se pronuncie sobre as decisões económicas fundamentais;
[uma sugestão: blog «fim-da-cidadania-infantil»]
– Prisão de responsáveis pela crise;
– Reescrita da Constituição pelos cidadãos.
{Obs: Os políticos e os partidos políticos vão ter que se aguentar… leia-se, têm de passar a ser muito mais controlados pelos cidadãos… consultar o know-how islandês poderá ser muito útil: deve-se icentivar atitudes de participação cívica… que não sejam… gritar com megafones, derrubar barreiras policiais, etc}
menvp: por favor, leia as minhas respostas aos comentários anteriores.
Só algumas notas a respeito dos seus últimos pontos.
“Renegociação/reestruturação da dívida;” dia-defende-investigacao-ao-governo-port ugues_117513.html
Provavelmente lá chegaremos. Não será bonito. Na Islândia também não foi. Já agora, leia esta opinião:
http://economico.sapo.pt/noticias/islan
“- Referendo, de modo a que o povo se pronuncie sobre as decisões económicas fundamentais;”
Quais são as decisões económicas fundamentais? Sair do euro? Privatizar a Caixa? Privatizar a RTP? Privatizar os Estaleiros de Viana? Taxar as mais-valias bolsistas a 50%, 60% ou 70%? Dependendo da resposta, acha que seria possível manter uma politica coerente e eficaz?
“- Prisão de responsáveis pela crise;”
De acordo. Mas acho que não temos prisões suficientes.
“- Reescrita da Constituição pelos cidadãos.”
Se quer uma revisão constitucional, estou de acordo; ando farto de chamar a atenção para o facto da actual nem permitir reformar verdadeiramente a Justiça. Se quer um documento consensual para dez milhões de pessoas com tendência para a verborreia como nós somos, e que seja simultaneamente coerente e eficaz, boa sorte. (Suponho que não esteja a pensar numa coisa curtinha, apenas com os pontos fundamentais – à americana, digamos?)