Ao menos, nao ha duvida sobre o que querem dizer. A mim incomoda-me sobremaneira o que ja vi acontecer, pessoas a escrever o contrario do que visivelmente querem dizer.
Também me incomodou particularmente a ordem que recebi uma vez (um pedido, mas em certas circunstâncias os pedidos do gabinete dum ministro sao ordens), de alterar “fronteiras meridionais” para “fronteiras sul”.
(Peço uma vez mais desculpa da falta de acentos deste teclado)
Acho mais grave que não possa votar lixo. Não resisto ao cinismo: a taxa de abstenção naquela terra deve ser 100%.
Tudo escrito em acordês, obedecendo ao mandamento: “Escreve como falas”. Eis, ao vivo e a cores, as célebres “facultatividades”. Ou seja, puro lixo.
São imagens da vida rústica. O Lavoura deve gostar.
E o professor Casteleiro também.
Ao menos, nao ha duvida sobre o que querem dizer. A mim incomoda-me sobremaneira o que ja vi acontecer, pessoas a escrever o contrario do que visivelmente querem dizer.
Também me incomodou particularmente a ordem que recebi uma vez (um pedido, mas em certas circunstâncias os pedidos do gabinete dum ministro sao ordens), de alterar “fronteiras meridionais” para “fronteiras sul”.
(Peço uma vez mais desculpa da falta de acentos deste teclado)
A Isabel é sempre bem-vinda, com ou sem acentos.
A Isabel qualquer dia tem aqui acento. Quero dizer: assento.
Acho que o nosso problema é esse mesmo: o lixo não pode “bazar”, temos mesmo de ficar com ele…
Podes ter a certeza…
Mais umas quantas bordoadas na língua de Camões.
Ofereço-tas.

penso que já terão sido escritos ao abrigo do novo acordo ortográfico! afinal, o português é, em linhas gerais, um povo culto.