
A Comissão Europeia utiliza expressões como “infopobres” ou “exclusão social” para enquadrar o novo conceito de pobreza
A expressão “exclusão social” radica na tradição francesa e é definida por Robert Castel como “a fase extrema do processo de marginalização, entendido este como um percurso descendente, ao longo do qual se verificam sucessivas rupturas na relação do indivíduo com a sociedade”.
No livro “Exclusões Sociais” (ed Gradiva), Alfredo Bruto da Costa refere como uma das causas dessa exclusão “a ruptura em relação ao mercado de trabalho, que se traduz em desemprego ou mesmo num desligamento irreversível face a esse mercado”.
O caso de Ângela enquadra-se perfeitamente nesta terminologia de pobreza.

Mais uma achega gritante e um exemplo tocante para este tema que escolheste. Mais um retrato do drama que alastra.
Muito bem, Carlos. E o teu sentido de oportunidade é notável: não há melhor época do que o Natal para tocar sensibilidades e agitar consciências.
Tem graça, não me revejo na tua definição de marginal mas, hey… Viva o capitalismo ecológico!
Mais um excelente post. De se ficar sem palavras. Há por aí muitas angelas…
Tem de haver combate à pobreza. E se há algo que tem safo muitos portugueses é esta característica própria de um país semi-periférico que é termos uma economia paralela, que sempre foi cultivada, nunca abandonada e está a ter um novo impulso. Mas não chega.
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🙂