Resumindo


Rui Rocha,

António Costa fode-nos com impostos e, no fim, nem sequer nos quer deixar fumar um cigarro.

0 comentários em “Resumindo”

  1. Já não era sem tempo.
    Felizmente lá vai aparecendo um pouco de vernáculo, aqui e acolá.
    Definitivamente uma das boas medidas de todas as coisas.

  2. Às vezes, saber inglês e ver muitos filmes em inglês tem destas coisas:
    – o fuck (é assim que se escreve?) inglês (como, por exemplo, crl em galego) não choca tanto como o fd em português.
    Uma questão de bom gosto… ou a falta dele.

    1. Às vezes, excessivas vezes, por cá, o vernáculo – bom ou mau gosto – legitima-se pela iniquidade do que se pretende invocar e que de outra forma se tornaria inominável. Dir-me-á que é sempre possível fulminar coisa ou gente sem a ele recorrer. Será assim, em princípio, mas no ponto a que chegámos cabe perguntar se tal cuidado, para lá de imerecidamente eufemístico, não representaria uma demonstração de consideração manifestamente imerecida.

      As coisas e as pessoas, mesmo quando obstinadas numa trajectória suicida e que afectará severissimamente, arrastando-os, milhões, e talvez até por isso mesmo, não devem ser levadas mais a sério do que o verdadeiramente inevitável.

      Levadas a sério, porque respeitadas…

      Costa

  3. Quando for atestar o automóvel a Espanha, aproveite para comprar os cigarritos (basta saber a quantidade máxima autorizada por pessoa para não ter de pagar imposto extra e, se levar um amigo não fumador, pode trazer o dobro e, se for esperto, leve a sogra, a avó ou umas tias idosas e acaba por trazer tabaco para o ano inteiro lol).

    Quem não notar o autoritarismo de Costa só pode ser cego. Ainda agora ouvi que vai policiar melhor quem meta baixa por mais de 30 dias, a mim não me afeta, trabalho por conta própria e, um dos principais motivos até é, por ter um “pavio muito curto” relativamente a controles. Bastou ter vivido a minha adolescência no tempo da denominada Ditadura e ter tido aquilo que se chama de pais autoritários e, agora, era o que mais faltava, depois de eu ter passado o meio século de vida, vir agora um, a querer voltar a disciplinar-me… ou ousar, dizer-me o que me faz bem ou mal…
    Para rematar, o que me apetecia, Mesmo, era acrescentar, meia dúzia de palavrões…

    1. Espere pelos efeitos da actuação destes que lá estão agora (a menos que um milagre de bom senso ainda se produza) e verá, veremos, quanto haverá que pagar pelo servicinho. Revisto e aumentado, muito provavelmente.

      Costa

      1. Você poderá ter razão, o meu pessimismo (realismo) concorda consigo mas não podemos escamotear a realidade do passado (muito) recente.
        Aqui pelas minhas “bandas” é só desperdicio e pela amostra que tenho imagino o que não se passará pelo resto do País, fora as noticias que não são capa dos jornais do sistema…mas que se vão sabendo.
        Continuo a ter a opinião de que em Portugal não houve austeridade, houve sim uma ardilosa forma de passar para um punhado de interesses os recursos que eram (seriam) de todos, aliás nunca tão poucos ganharam tanto dinheiro em tão pouco tempo.
        Infelizmente para mim não sou alienado e possuo (penso eu) uma perspicácia acima da média.

        1. “Continuo a ter a opinião de que em Portugal não houve austeridade, houve sim uma ardilosa forma de passar para um punhado de interesses os recursos que eram (seriam) de todos, aliás nunca tão poucos ganharam tanto dinheiro em tão pouco tempo.”

          E que “recursos” e “interêsses” foram ?…

          1. O senhor quer mesmo que eu responda ?

            Pela parte que me toca continuarei a assistir pois não se pode ajudar quem o não quer ser.

            P.S. – O trabalho já vinha de trás, o Paf só o tornou aceitável e desejável aos olhos dos pequenos e grandes escroques que poderiam ganhar alguma coisa com isso.

        2. Meu caro, bastas vezes escrevi por aqui comentários bem pouco abonatórios da actual oposição enquanto governo. O que eu não farei será desculpar estes que agora lá estão, invocando sem mais a actuação dos outros e bastando-me com ela para purificar os disparates ou bem pior a que vamos assistindo. Votei entre dois males e sem ilusões quanto a isso. Faço-o desde sempre e desde sempre sem ilusões.

          E para mim o mal menor, conhecida a actuação dos governos Sócrates (nunca repudiada pelo PS), o processo de ascensão de A. Costa à liderança do partido e o longo e robusto historial de nepotismo, plutocracia e venalidade do PS, não é o que temos agora no poder.

          Costa (não esse)

          1. Concordo consigo, aliás como escrevi abaixo preferia que estivesse o Paf a governar, infelizmente temos de optar pelo mal menor sempre.

            Nada espero deste PS (de outro também não) mas penso que em breve serão apeados pelas circunstâncias, o Costa pensa que por ter um aval da CE pode invoca-lo para se perpetuar no poder e não sentir os efeitos da TINA e Neo-Comunismo em que estamos atolados.

    2. William, acredite, não há pior que Costa e todas as suas manipulações para conseguir o poder, ele vai, mesmo, acabar de nos enterrar.
      Este sistema de querer distribuir o que não há, aumentando sempre a dívida e impostos, pode funcionar num curto espaço de tempo mas, mais tarde ou mais cedo, implodirá. Mas, se calhar, primeiro, ainda vai rebentar o sistema financeiro mundial, exatamente pelo mesmo erro, os Bancos Centrais Mundiais, deixaram aumentar as dívidas para valores incomensuráveis, só que, com eles… não será por acaso… está na Agenda do 1%…
      Costa, o que já conseguiu, em tão pouco tempo, foi aumentar os juros da nossa dívida, algo que, definitivamente, não precisávamos.

      1. Isa “eles” agradecem, o trabalho fica mais fácil e sendo feito por quem “não” lhes é próximo só tornará mais fácil “sugerir” as soluções e os capatazes.
        Aqui antes das eleições apelei a que quem estivesse indeciso entre Paf e PS votasse Paf por saber que era preciso PURGAR o PS. O PAf quando começasse a mentir novamente poderia ser trucidado de vez e aí com o PS purgado em conjunto com as pessoas da verdadeira direita social democrata e que amam a sua Pátria poder-se-ia iniciar a reconstrução da Nação.
        Como disse num outro comentário não esperava nada deste governo do PS e o único voto de esperança que tinha era que não trouxessem de volta o Paf mas parece que nem a isso vou ter direito. Sempre pensei que depois de Sócrates não se poderia descer mais fundo, enganei-me o Paf provou-o por isso só me resta assistir…

        P.S. – Ainda nas presidenciais se viu como o “povo” gosta de ser pastoreado pela malta que nos trouxe até aqui, basta atentar que os candidatos realmente diferente tiveram menos votos juntos que o Tino de Rans …

        1. Vá aos números e compare os orçamento de Passos com os de Sócrates e se quiser mas não é necessário inclua ainda o défice/divida escondidos pela venda de património do Estado a Empresas Publicas.

          1. Qual deles o pior, será a verdadeira questão luck !

            Já sei do seu preconceito contra o socialismo de ambos (socialismo em geral), eu também não gosto especialmente do de Estado mas prefiro o de Estado ao do dos privados. Enquanto o de Estado pode ser domado o dos privados tem de ser combatido ou abatido se necessário.

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