Resistência activa ao aborto ortográfico (68)


Pedro Correia,

 

Um deus passeando pela brisa da tarde, de Mário de Carvalho

(edição Porto Editora, 2013; 1ª edição, 1994)

Aviso ao leitor: “Por vontade expressa do autor, a presente obra não segue as regras do Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa.”

Um comentário em “Resistência activa ao aborto ortográfico (68)”

  1. Há quem ainda resista ao Acordo Ortográfico, apesar de estar já em vigor. Mas a resistência acabará por ser vencida: há cerca de 100 anos fizemos muitas alterações na nossa língua no sentido de facilitar a sua escrita e hoje não conheço qualquer contestação acerca delas. Basta pegarmos num livro desse tempo e facilmente constataremos muitas diferenças gráficas, como por exemplo: commissario auctoridade offerecer allemão commercio thermometro affirmar jury official, (e o seu plural) officiaes monarchia d’elle d’ella d’este d’aquelle n’esse n’essa pharmacia elephante sêco Victor Luíz Benguella Mossamedes Pôrto Cintra Cezimbra Barca d’Alva (e muitas mais) Pergunto aos resistentes se deveremos por também em causa aquelas alterações feitas no passado?

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