A Câmara das Caldas da Rainha limita-se a fazer o óbvio, embora seja uma coisa muito pouco comum neste país: cumprir a Lei, no caso da ortografia, o Decreto n.º 35228 de 8 de Dezembro de 1945, plenamente em vigor e que não pode ser revogado por meras resoluções de governo ou da assembleia da república. Compreende-se o espanto por haver quem cumpra a Lei, ademais uma Lei que não acata as instruções da maçonaria que manda, de facto, neste país. Ainda ontem o representante do Ministério Público pedia “coragem” (SIC!) à juíza do processo para prender o maçon Isaltino… Todos temos de perceber que as sociedades secretas, do acordo ortográfico à protecção de criminosos condenados por sentença transitada em julgado, constituem um grave perigo para a Democracia.
Esta série de posts está a adotar o síndrome da “última aldeia gaulesa”. Agora vai às Caldas buscar o último reduto…
Não percebo por que motivo deprecia assim as Caldas, terra de Malhoa e de Bordalo, e com tão meritoso artesanato que granjeou fama internacional.
A Câmara das Caldas da Rainha limita-se a fazer o óbvio, embora seja uma coisa muito pouco comum neste país: cumprir a Lei, no caso da ortografia, o Decreto n.º 35228 de 8 de Dezembro de 1945, plenamente em vigor e que não pode ser revogado por meras resoluções de governo ou da assembleia da república.
Compreende-se o espanto por haver quem cumpra a Lei, ademais uma Lei que não acata as instruções da maçonaria que manda, de facto, neste país.
Ainda ontem o representante do Ministério Público pedia “coragem” (SIC!) à juíza do processo para prender o maçon Isaltino…
Todos temos de perceber que as sociedades secretas, do acordo ortográfico à protecção de criminosos condenados por sentença transitada em julgado, constituem um grave perigo para a Democracia.
O meu aplauso às Caldas, terra de que muito gosto.