Compreensivelmente, o Avante toma especiais precauções contra a supressão do C em palavras como afecto e actual. Se a caça a esta consoante continua, qualquer dia o PCP passa a PP.
Esta não vale. Eles resistem a todo e qualquer acordo. Fazem mesmo questão de não acordar de manhã, para não serem acusados de incoerência. Apenas estremunham…
A luta vai mais longe?
Então? Aderiu à “onda” da emigração?
A luta tem de ficar! Se a luta se balda, então é que “isto” vai a pique…
Este jornal diz-se sempre ao lado dos mais desfavorecidos, Bartolomeu. Neste caso, e muito bem, dá voz às consoantes mudas.
Nada para admirar: mais imobilistas que esses é difícil.
Nem se o acordo ortográfico fosse magnífico eles se actualizariam.
Compreensivelmente, o Avante toma especiais precauções contra a supressão do C em palavras como afecto e actual. Se a caça a esta consoante continua, qualquer dia o PCP passa a PP.
Esta não vale. Eles resistem a todo e qualquer acordo.
Fazem mesmo questão de não acordar de manhã, para não serem acusados de incoerência. Apenas estremunham…
Ia-se-me escapando, em baixo de página, a lembrança do ilhéu de Lanzarote. Esse também estava para a ortografia como a água para o azeite…
A orografia dessa ilha vulcânica influirá na ortografia?
O Avante é uma resistência activa por definição. A tudo o que mexe, ao mundo.
Jamais a revolução de Novembro poderia grafar-se novembro neste jornal, Ana.