Espero que as férias americanas tenham sido boas. As minhas dão-me novas ideias para séries blogosféricas, como se vai vendo. Um abraço aí para Lisboa.
Hoje fui à Praia do Salgado, onde ontem morreram tragicamente duas pessoas, e vi lá afixado, na parede dum balneário, um cartaz com informações úteis, que dizia em letras garrafais: CONTATOS. Seguia-se uma lista de números telefónicos da polícia, bombeiros, etc. Ainda não entendi se as pessoas (algumas…) são estúpidas ou se simplesmente gostam de se armar em engraçadas. Se o que está em causa no (des)acordo é a eliminação de consoantes mudas, qualquer será a parte da palavra MUDAS que essas pessoas ainda não entenderam? Se calhar, há pessoas que não pronunciam o c de contactos, mas o (des)acordo, que eu saiba, não diz que cada qual pode pronunciar ou não essas consoantes, conforme lhe aprouver (pelo menos dentro de cada país). Já noutro dia, assisti a uma disputa acerca da palavra “quiser”, em que um dizia que se escrevia com “s”, outro que era com “z” e um terceiro “resolveu” a contenda sentenciando que “é como se quis[z]er”. Noutra ocasião, vi escrito “de fato”, em fez de “de facto”. Já para não falar na velha história do cágado versus cagado. O (des)acordo já tem pontos fracos que cheguem, não lhes inventem mais alguns! Ou inventem, para a gente se rir um bocado…
Um “acordo” que tenta pôr os portugueses a escrever EGITO enquanto se continua a escrever EGÍPCIOS e EGIPTÓLOGOS faz aumentar o analfabetismo estrutural entre os portugueses. Nada que espante: parecer ter sido um “acordo” parido por analfabetos.
Carissimo,
Aproveite o máximo. A minha mãe, o cunhado e a respetiva Mãe estão no outro extremo da baía, junto a Espanha.
Forte abraço, desta vez já Alfacinha.
Espero que as férias americanas tenham sido boas. As minhas dão-me novas ideias para séries blogosféricas, como se vai vendo. Um abraço aí para Lisboa.
Eu gosto é do Verão, de passear de prancha na mão…
Eu também gosto muito do Verão, Teresa. E se tiver consoantes “mudas” ainda gosto mais.
Isto sim é uma série, canudo!
Eheh. Agradeço, desde já, os contributos que os leitores entenderem dar-me. Para o meu endereço electrónico que está disponibilizado na barra lateral.
Hoje fui à Praia do Salgado, onde ontem morreram tragicamente duas pessoas, e vi lá afixado, na parede dum balneário, um cartaz com informações úteis, que dizia em letras garrafais: CONTATOS. Seguia-se uma lista de números telefónicos da polícia, bombeiros, etc.
Ainda não entendi se as pessoas (algumas…) são estúpidas ou se simplesmente gostam de se armar em engraçadas. Se o que está em causa no (des)acordo é a eliminação de consoantes mudas, qualquer será a parte da palavra MUDAS que essas pessoas ainda não entenderam? Se calhar, há pessoas que não pronunciam o c de contactos, mas o (des)acordo, que eu saiba, não diz que cada qual pode pronunciar ou não essas consoantes, conforme lhe aprouver (pelo menos dentro de cada país). Já noutro dia, assisti a uma disputa acerca da palavra “quiser”, em que um dizia que se escrevia com “s”, outro que era com “z” e um terceiro “resolveu” a contenda sentenciando que “é como se quis[z]er”. Noutra ocasião, vi escrito “de fato”, em fez de “de facto”. Já para não falar na velha história do cágado versus cagado.
O (des)acordo já tem pontos fracos que cheguem, não lhes inventem mais alguns!
Ou inventem, para a gente se rir um bocado…
Um “acordo” que tenta pôr os portugueses a escrever EGITO enquanto se continua a escrever EGÍPCIOS e EGIPTÓLOGOS faz aumentar o analfabetismo estrutural entre os portugueses. Nada que espante: parecer ter sido um “acordo” parido por analfabetos.
Tavira nunca desilude.
É verdade, João. Felizmente não vi lá na praia o professor Malaca Casteleiro. Letreiros destes afugentam os acordistas.