No Natal, o Marcelo quer que se organizem turnos. Uns almoçam a 24, outros jantam, outros almoçam ou jantam a 25. Estamos agora a fazer o sorteio. A minha sogra é cabeça de série. O meu cunhado calhou no grupo dela. Se saírem para o mesmo grupo os tios solteiros que estão nos potes 3 e 4, será o chamado grupo da morte.
Repensar o Natal
Rui Rocha,

Só a Festa do Adiante é que não pôde ser repensada, caso contrário lá se ia o poleiro e o respectivo ‘tacho’. Para ele e para a esquerdalha que ele protege e de que precisa para ser reeleito, tal qual o nada saudoso monta tartarugas. Em S.Bento, mais do mesmo e com as mesmas necessidades.
Quando eu pensava que tínhamos batido no fundo com Sócrates, eis que temos agora um que come Sócrates ao pequeno-almoço.
Estamos entregues ao bicho e aos bichos.
A Páscoa é a festa maior do Cristianismo, mas o Natal representa o princípio de tudo. Deus fez-se homem e o Menino Jesus é Deus encarnado.
O PR habitualmente apresenta-se como crente, mas perante esta afirmação penso estará a atravessar uma crise de fé.
A nossa crise de fé naquilo que ele representa (“ele” em minúscula, pois refiro-me ao PR) já é mais antiga.
Chama-se a isto, a futebolização do discurso.
Rocha dá o pontapé de saída com a cena dos grupos, dos potes (e que bem joga o Pote) e tal.
Sousa para no peito e remata: “o Menino Jesus é Deus encarnado” é encarnado agora, há duas ou três épocas era verde, para além disso “Menino” é como quem diz; Jesus tem 66 anos.
Faltou ainda sugerir ao Rui que utilize o método das bolas frias e bolas quentes para salva o Natal.
Fala demais, por isso saem estas bacuradas de vez em quando.
Ai que eu estou que nem posso, então vão-nos cortar a consoada?! Ora bolas.
A Festa maior do cristianismo é a Páscoa. O Natal é muito mais a Festa da Família, vivida em família, onde a eventual propagação do vírus, a acontecer, não terá grande expressão. As Festas de passagem de ano, essas sim, é que reúnem muita gente, em espaços fechados. Mas dessas o nosso presidente não falou.
Ele vive muito próximo, mas ao mesmo tempo muito longe do povo e não alcançou a tolice daquela sua tirada, sugerindo que as Festas de Natal fossem repensadas. Não reparou ele que, sem razão, estava a sugerir que as famílias se deviam dividir?
Diz o povo que “quem muito fala, pouco acerta”. Era bom lembrar isso ao Prof Marcelo.
Em turnos, o Natal? Então os/as cozinheiros/as têm de começar a organizar as escalas de serviço… :-)))