A noiva, a vamp, a fada do lar…
E as intelectuais: feiosas, de lunetas, desgrenhadas.
E as obedientes.
E as inteligentes.
E as pacientes.
E as irreverentes.
E as quentes.
E as descontentes.
Ah!
E as impertinentes
… Hypatia!
Mas tu sabes.
A noiva, a vamp, a fada do lar…
E as intelectuais: feiosas, de lunetas, desgrenhadas.
E as obedientes.
E as inteligentes.
E as pacientes.
E as irreverentes.
E as quentes.
E as descontentes.
Ah!
E as impertinentes
… Hypatia!
Mas tu sabes.
Tão pouco tempo, Hypatia, que ainda há mulheres que pagam muito caro o preço de serem… mulheres. Tal e qual como tu.
E pelo meio, fica a caricatura, essa arma impiedosa 🙂
Exactamente. Impiedosa e perigosa, porque o pior é que as próprias mulheres caem nessa esparrela muitas vezes, sem perceberem que estão a alinhar com quem as quer ridicularizar.
Nem mais: a natureza do mal 🙂
São as mulheres sem medo do ridiculo. Mas sim, há que manter o low profile.
Não acho que seja uma questão de low profile, Scriabin, é mais uma certa intuição para perceber as armadilhas.
Eu diria que há que manter um Hypatian profile! 🙂
Hoje em dia ninguém ajudaria a VAMP a descer o muro.
Não tenho a menor dúvida… (umas doidas!)
Outra arma impiedosa: o nosso cinismo 🙂