Reflexão do dia


Pedro Correia,

«Todos somos espectadores en una cultura del simulacro donde incluso la verdad es un momento dialéctico de la mentira. (…) Fingimos que tenemos derechos, que existe la libertad de expresión, que podemos elegir a nuestros gobernantes, que la Justicia es igual para todos, pero todos sabemos que esos enunciados son principios platónicos que se parecen muy poco a lo que podemos observar empíricamente cada día.»

Pedro G. Cuartango, no El Mundo

Um comentário em “Reflexão do dia”

  1. Se tudo corresse como se estivéssemos no Paraíso não precisávamos de declarar direitos para nada. A declaração de direitos não é (ou pode não ser) um conjunto de princípios platónicos mas antes o estabelecimento de objectivos e de um programa de acção para atingir esses objectivos. O Amartya Sen aborda este tema no capítulo 17 intitulado “Human Rights and Global Imperatives” do livro “The Idea of Justice”. Procurando no Google descobri aqui (http://www.global-changemakers.net/human-rights/human-rights-and-global-imperatives) uma transcrição do início desse capítulo mas, curiosamente, sem nenhuma referência ao autor Amartya Sen.

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *