«Uma pessoa tem de estar inquieta, no melhor sentido da palavra. (…) As pessoas adormecem muito cedo, filosoficamente. Adormecemo-nos. O espírito não tem nada a ver com a idade. Está escrito no primeiro manifesto da Comuna: não adormecermos com cadáveres no ombro. Não está lá por acaso. Temos de ser militantes do quotidiano. E somos muito pouco militantes.»
João Mota, em entrevista ao Público

Ui… Certeiro, certeiro. Dar a cara com lealdade e vestir a camisola é coisa que já deu.
“As pessoas adormecem muito cedo, filosoficamente.” Gosto muito desta frase. E de outras que li nesta entrevista.
Ser “militante do quotidiano” é um excelente propósito de vida, que define muito bem a atitude que João Mota tomou. Tiro-lhe o chapéu.
Também eu, Ana. Uma excelente entrevista ao ‘Público’ do novo director do Teatro Nacional D. Maria II.
Muito estofo…