«Ao culpar os portugueses, o Presidente da República desresponsabiliza-se de tudo, apesar de não largar o poder desde 1985. Vejamos as suas frases: “Os portugueses devem abandonar hábitos instalados de despesa supérflua.” Nós? Hábitos de despesa supérflua? Claro. “Perdemos muitos anos na letargia do consumo fácil.” A sério? Terá sido porque alguém não quis mexer no arrendamento e obrigou os portugueses a endividarem-se por não terem alternativa? Ou terá sido porque alguns bancos andaram livremente a impingir créditos para alimentar o consumo nos anos em que Cavaco foi primeiro-ministro?»
Filipe Paiva Cardoso, no i

Pedro dei comigo hoje a pensar o mesmo hoje, mas porque ele insiste em se colocar á margem de tudo quando algo corre mal? assobiar para o ar, não é uma solução, tudo lhe passa ao lado, mas por vezes lá vem um ralhete para os portugueses, como também frisou e muito bem ( pelo jeito ele não é português ).
Mas o pior de tudo Pedro é que temos de esperar que este amigo das vacas açorianas se vá, mas ainda falta tanto tanto tempo…uma eternidade… Enfim, ele não é o meu presidente, não o elegi, não gosto dele, é vaidoso e acha-se o mais honrado dos Portugueses, honrado é o meu pai, que seria incapaz de andar em jogos para ganhar dinheiro…
Ele é um palhaço politicamente correcto, irritante, mas eu sou suspeita, faz parte dos meus ódios de estimação, ele e o (ex)amigo dele Dias Loureiro.
Não vejo o dia de ele sumir da vida pública, tenho vergonha dele ser meu presidente, juro!
Há dias disse que a intervenção do BCE deveria ser “ilimitada” = inflação.
Agora diz para os Portugueses pouparem.
Ao mesmo tempo que quer crescimento…
Muita confusão naquela cabeça.
Cavaco é o homem que presidiu alegremente à destruição da agricultura e das pescas, lançando sobre a sua liquidação os milhões que iam chegando da Europa e criando um país de subsidio-dependentes que não sabem fazer mais nada senão estender a mão à caridade.
Não é o único, mas é um dos grandes responsáveis pelo estado caótico a que chegámos.
Se tivesse um pingo de vergonha na cara calava-se muito caladinho e ficaria à espera que ninguém se lembrasse do que ele andou a fazer.
Na mouche.