Reflexão do dia


Pedro Correia,

«Porque haveria o eleitorado “centrista” e de “direita” de votar nesse PSD-cópia-fiel-do-PS, se podia sufragar o original, ainda por cima já no poder, ou votar numa alternativa radical, configurada no Chega e na IL? Nesse sentido, Rui Rio tem toda a razão ao colocar o acento tónico no facto de “a direita” não ter votado “útil”. Mas não tem nenhuma autoridade moral para se queixar do facto.»

Nuno Rogeiro, na revista Sábado

7 comentários em “Reflexão do dia”

  1. “Nesse sentido, Rui Rio tem toda a razão ao colocar o acento tónico no facto de “a direita” não ter votado “útil”.”

    Errado. Não existia voto util para direita.
    Não há vantagens algumas em votar no PSD que quando vai para o governo sempre aumenta impostos como qualquer partido socialista.

  2. Também acho curioso chamar radical à IL e ao Chega quando as politicas supostamente não radicais deram a radicalidade de um record de dívida, record de impostos, record de queda demográfica e record de falta de crescimento.
    Quer me parecer que recordes são por definição coisas extremistas…e estes são todos maus…

  3. Sim, mas pode fazer-se a observação conversa: Porque haveria o eleitorado “centrista” e “de direita” de votar num PSD-cópia-fiel-do-Chega ou num PSD-cópia-fiel-da-IL, se podia sufragar os originais?

  4. Não tendo Rio grande razão para se queixar a ser cópia, haverá motivos de sobra para alguém se queixar da imoralidade do original.

  5. Vai de encontro a outra leitura que foi pouco valorizada e várias vezes assinalada pelo Rui calafate na CNN-P, o índice de rejeição de Antônio Costa era baixo, portanto não havia descontentamento que fizesse os votos do centro migrarem para Rui Rio

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