«Porque haveria o eleitorado “centrista” e de “direita” de votar nesse PSD-cópia-fiel-do-PS, se podia sufragar o original, ainda por cima já no poder, ou votar numa alternativa radical, configurada no Chega e na IL? Nesse sentido, Rui Rio tem toda a razão ao colocar o acento tónico no facto de “a direita” não ter votado “útil”. Mas não tem nenhuma autoridade moral para se queixar do facto.»
Nuno Rogeiro, na revista Sábado

Boa noite Pedro Correia.
Parece Óbvio. Saúde.
António Cabral
“Nesse sentido, Rui Rio tem toda a razão ao colocar o acento tónico no facto de “a direita” não ter votado “útil”.”
Errado. Não existia voto util para direita.
Não há vantagens algumas em votar no PSD que quando vai para o governo sempre aumenta impostos como qualquer partido socialista.
Também acho curioso chamar radical à IL e ao Chega quando as politicas supostamente não radicais deram a radicalidade de um record de dívida, record de impostos, record de queda demográfica e record de falta de crescimento.
Quer me parecer que recordes são por definição coisas extremistas…e estes são todos maus…
Sim, mas pode fazer-se a observação conversa: Porque haveria o eleitorado “centrista” e “de direita” de votar num PSD-cópia-fiel-do-Chega ou num PSD-cópia-fiel-da-IL, se podia sufragar os originais?
Não tendo Rio grande razão para se queixar a ser cópia, haverá motivos de sobra para alguém se queixar da imoralidade do original.
Vai de encontro a outra leitura que foi pouco valorizada e várias vezes assinalada pelo Rui calafate na CNN-P, o índice de rejeição de Antônio Costa era baixo, portanto não havia descontentamento que fizesse os votos do centro migrarem para Rui Rio
CACABORRADAS, et nunc et semper…
Bom, mas não original vs original, mas não bom.