«Somos um frágil milagre num imenso céu pejado de luzes por decifrar.»
Miguel Sousa Tavares, no Expresso
10 comentários em “Reflexão do dia”
Será que essa reflexão tem a ver com o jogo de hoje, Pedro? ” Somos (o FC Porto) um frágil milagre num imenso céu pejado (seis milhões) de luzes por (a polícia judiciária) decifrar”
Milagre, céu, luzes – palavras belas, cintilantes, plenas de mensagem. Que o Novo Ano já entre assim, todo brilho, inspiração e possibilidades. Bom 2022 para todo o universo do “Delito”! Boas Causas! Boas Escolhas! Boas Opiniões!
Espero não estragar a reflexão do dia. Só quero desejar a todos um excelente Ano Novo. Deixo aqui um sketch de alguém que muito apreciava para vous divertir um pouco e agradecer tudo o que aprendo convosco. Elie Kakou – Madame Sarfati ( Live au Point-Virgule 1993 )
Será que essa reflexão tem a ver com o jogo de hoje, Pedro?
” Somos (o FC Porto) um frágil milagre num imenso céu pejado (seis milhões) de luzes por (a polícia judiciária) decifrar”
Onde terá o Sousa Tavares lido isso?
Muito bem dito, e muito bem escolhido. Parabéns!
Votos de um excelente ano novo.
Realmente, com tanta estrelinha na terra só mesmo um milagre é que explica ainda haver luzes no céu.
Bem verdade, até agora e tanto quanto sabemos somos uma frágil excepção no Universo. Graças à memória.
Bela banalidade… o pontinho azul, o infinito e mais não sei quê.
Tudo isto e nem um palavrão! Bom ano, caraças!
Milagre, céu, luzes – palavras belas, cintilantes, plenas de mensagem.
Que o Novo Ano já entre assim, todo brilho, inspiração e possibilidades.
Bom 2022 para todo o universo do “Delito”!
Boas Causas!
Boas Escolhas!
Boas Opiniões!
Espero não estragar a reflexão do dia.
Só quero desejar a todos um excelente Ano Novo.
Deixo aqui um sketch de alguém que muito apreciava
para vous divertir um pouco e agradecer tudo o que aprendo convosco.
Elie Kakou – Madame Sarfati ( Live au Point-Virgule 1993 )
Esta frase deve ser tirada daqueles pensamentos de algum místico, desses agora modernos, numa hora em que com muita sede, conseguiu inspirar-se…
A sede costuma secar nomes e apelidos.
Os mais sequiosos viram anónimos. Ou coisa pior.