«Em 2017, esperaríamos que o governo, através do Ministério da Administração Interna, tivesse uma página de internet com toda a informação actualizada sobre a tragédia de Pedrógão Grande. Mas surpreendentemente não há um site oficial com a informação actualizada dos mortos, desaparecidos, feridos (e a evolução da gravidade), área ardida, valores das perdas económicas causadas pelos incêndios, estatísticas socio-económicas das habitações danificadas, apoios à população, alocação dos donativos privados. O mesmo ministério que usa as redes sociais abundantemente (onde, por engano, faz publicidade a sondagens favoráveis ao PS) não acha especialmente necessário oferecer informação oficial actualizada aos seus cidadãos.»
Nuno Garoupa, no Diário de Notícias

A quem sobre tudo mente, esconde e ilude, tudo é não só perdoado, mas beatamente abrilhantado.
Aplausos a compasso mandado para o equilibrista simulado em tábua rasa.
Ai que bom, graças-a-deus. que só foram 64 vítimas e não 65!!!!!
Mas que geringonça tão estranha!!!!
São 64 mas no entanto morreram 67.
Mas esse Cherne, vive em que país? Desde quando o Estado português prestou contas sobre o que quer que fosse aos portugueses? É precisamente desta arrogância, desta atitude de pai de família, que a Nação tem com o Estado uma relação disfuncional. Não vejam Portugal como país ou Reino. Vejam -no antes como um sítio. Assim nunca mais terão desilusões