Demasiada teoria e demasiada moral. A questão é única e pessoal. Cabe a cada uma das pessoas que para si defende esta ‘solução’, e que encontra alguém disposto a ‘ajudar’. Quem sou eu para obrigar alguém a aguentar anos de sofrimento? Porquê contrariar uma forte vontade de terminar com algo que não está bem e para o qual não há outra resposta? Que direito tenho eu de forçar uma situação assim quando não sou eu a vivê-la ou conhecê-la? Posso não concordar ou apoiar, mas impedir? Nunca.
A Ana Sá Lopes trata a depressão como se esta não fosse um problema de saúde grave e que causa muito sofrimento a quem a tem. Que conhecimento tem a ASL da depressão, como problema médico, para a desprezar desta forma como causa justificativa do suicídio?
Eu tenho um filho que, com menos de 11 anos de idade, teve um cancro. Não chegou (até agora!) a enfrentar a morte nem grande sofrimento, mas penso que, como qualquer pessoa que padece de grande sofrimento, ele deveria ter direito a suicidar-se. Ou será que as crianças devem ser obrigadas a sofrer mas os adultos não?
Conclusão: a Ana Sá Lopes é burra, tal como aliás os seus comentários políticos à sexta-feira à tarde na Antena 1 semanalmente demonstram.
Infelizmente, os textos da Ana Sá Lopes costumam dar vontade a muitos de se suicidarem.
É o “progresso”…
Na Europa não se reflecte, na Europa age-se sem pensamento. A Europa embrutece-se a si mesma.
É o caso da Ana Sá Lopes que, em vez de refletir, escreve no jornal sem pensar.
Demasiada teoria e demasiada moral. A questão é única e pessoal. Cabe a cada uma das pessoas que para si defende esta ‘solução’, e que encontra alguém disposto a ‘ajudar’.
Quem sou eu para obrigar alguém a aguentar anos de sofrimento? Porquê contrariar uma forte vontade de terminar com algo que não está bem e para o qual não há outra resposta? Que direito tenho eu de forçar uma situação assim quando não sou eu a vivê-la ou conhecê-la?
Posso não concordar ou apoiar, mas impedir? Nunca.
A Ana Sá Lopes trata a depressão como se esta não fosse um problema de saúde grave e que causa muito sofrimento a quem a tem. Que conhecimento tem a ASL da depressão, como problema médico, para a desprezar desta forma como causa justificativa do suicídio?
Eu tenho um filho que, com menos de 11 anos de idade, teve um cancro. Não chegou (até agora!) a enfrentar a morte nem grande sofrimento, mas penso que, como qualquer pessoa que padece de grande sofrimento, ele deveria ter direito a suicidar-se. Ou será que as crianças devem ser obrigadas a sofrer mas os adultos não?
Conclusão: a Ana Sá Lopes é burra, tal como aliás os seus comentários políticos à sexta-feira à tarde na Antena 1 semanalmente demonstram.