«A obsessão dos ministros da 5 de Outubro com o acordo ortográfico é incompreensível. Portugal avança compulsiva e orgulhosamente só. Com desvantagens, sem vantagens.»
Paulo Rangel, no Público
«A obsessão dos ministros da 5 de Outubro com o acordo ortográfico é incompreensível. Portugal avança compulsiva e orgulhosamente só. Com desvantagens, sem vantagens.»
Paulo Rangel, no Público
Só os da 5 de Outubro é que são os malandros?!
Li e gostei:
http://observador.pt/opiniao/sobre-a-lin gua-e-o-acordo-ortografico/
Num certo sentido, mexer na língua é como mexer no nosso ADN, só que desta vez, no ADN cultural.
Curiosamente é um devaneio anti-UE, fazendo cair ligações etimológicas comuns a parceiros europeus, e num desespero colonialista tenta amarrar todos os países lusófonos a um ADN abrasileirado.
Só que a qualidade deste enxerto de pancada no ADN é tal, que óptica e ótica passaram a iguais… o que só não surpreende cegos e surdos.
Na altura o Paulo Rangel votou contra? Quais terão sido os deputados que na AR votaram contra?. Parece-me que foram muito poucos e que nenhum grupo parlamentar se opôs. O Pedro Correia tem esta informação?
http://www.publico.pt/culturaipsilon/no ticia/acordo-ortografico-foi-aprovado-no-p arlamento-1328984
Muito obrigado, dá que pensar, corresponde à memória da minha surpresa quando, depois de ouvir tanta gente se pronunciar contra o acordo, apenas 4 deputados votaram contra!
Foi depois desta que eu decidi nunca mais votar e fazer campanha activa para a queda do regima republicano.
Ora aí está. Queria o Rangel que na 5 de Outubro militantemente se opusessem a uma lei aprovada no Parlamento? Essa não lembrava ao careca.
Parece-me q em comentário anterior (ainda não publicado) chamei “lei” a um “acordo”, mas não me parece que daí venha grande mal ao mundo…
Concordo com o eurodeputado, desde que, o dito homem, consiga, dentro do PPD/PSD a revogação deste AO.
Se o conseguir ganhará, certamente, enorme respeito e admiração, sobretudo das gentes ligadas às artes.
Espero para ver!
Assim vão os ministros da 5 de Outubro destruindo a língua e o país. Até quando continuaremos neste fadário, das obsessões da ortografia e da vender o país? No fim desta obsessão que restará deste país? Provavelmente as gentes e a terra, o que é muito triste!…
A obsessão dos ministros da 5 de Outubro com o acordo ortográfico é incompreensível.
Se há coisa que eu acho compreensível é que o ministério da Educação se preocupe em que a ortografia ensinada nas escolas seja única e indubitável. Não faltava mais nada, uma criança ser ensinada por um professor a escrever uma palavra de determinada forma e depois ensinada por outro professor a escrevê-la de forma distinta!
Eu estava na escola aquando da alteração ortográfica de 1973 e fui forçado pela professora de Português a passar a respeitar essa alteração. Como não podia deixar de ser. A obrigação dos professores de Português é ensinarem a ortografia oficial, não é ensinarem o que lhes dê na sua real gana.